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Visiting the Oriental Pearl – Penang Island and the duty free paradise Langkawi

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Quatro fatias de pão-de-forma e meio pacote de cereais depois, chegámos a Penang.

Depois de passarmos por terras outrora lusas, pela capital da Air Asia e pelas montanhas do chá e dos morangos, seguimos para o famoso food paradise! =)
Partimos das Cameron Highlands por volta das 08h30 e chegámos ao nosso destino cerca de cinco horas depois, viagem essa que fizemos de autocarro por cerca de 7,5 euros/cabeça.

 Mal chegámos à estação de autocarros de George Town (capital do estado de Penang) rejeitámos todas as tentadoras “ofertas” de táxi (tentadoras porque os 13 km do dia anterior ainda se faziam sentir nas pernas…e bem!) e decidimos esperar por outro autocarro com destino ao centro de George Town. De notar que os condutores do bus não dão troco na compra dos bilhetes, por isso ou lhe dávamos a quantia certa ou gorgeta…(nesta primeira vez demos gorgeta…o_O)!
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Feito o check-in na Guest-in Montry, situado na parte mais velha e recheada de street food da cidade, a qual foi recentemente (há cerca de dois anos) nomeada  património da Unesco, saímos em busca do famoso satay e chilli crab, mas infelizmente um dos  restaurantes mais recomendados estava fechado (entenda-se que já passava das 15h…desconfiamos que nunca mais vamos “acertar” os horários das refeiçoes….), pelo que comemos uns noodles algo duvidosos ali por perto…

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Depois da sessão de cinema – Closed Circuit (not that good, but the caramel popcorn was delicious!!) – fomos tonificar um pouco mais os gémeos e seguimos até à vila dos pescadores, que abundava em luzes, palcos para concertos de famosos cantores locais e pessoas simpáticas!

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Continuámos em busca do famoso satay da zona, mas acabámos por entrar num mercado de street food, ali por perto, que apesar de não servir satay naquele dia, deixou-nos com água suficiente na boca para jantarmos por ali mesmo.

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De volta ao hostel passámos por outras ruas com boa comidinha à venda, numa das quais acabámos por provar o famoso satay – espetada de galinha grelhada em molho agri-doce. Bom q.b. =)

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Já na rua do hostel, mas num momento em que as necessidades básicas impunham a vontade de serem satisfeitas, entrámos num bar inglês e pedimos para usar o wc. No meio da conversa de circunstância – nacionalidade, Cristiano Ronaldo, motivo da viagem, … – o senhor do bar diz-nos que o dono do restaurante, que ficava mesmo ao subir das escadas, era português e pergunta-nos se não queremos lá passar. Cinco minutos depois estavamos nós em pleno Porto, mais precisamente em plena Areosa, em amena cavaqueira com o senhor Luis, um empreendedor que emigrou para a Malásia há cerca de num ano e que tinha acabado de abrir aquele mesmo restaurante três dias antes. Tiny world, isn’t it?


Ficámos umas boas duas horas a falar com ele, ou melhor, a ouvi-lo contar as aventuras por este país de vistas encantadoras, mas ainda muito corroído pela corrupção e depois de prometermos que regressaríamos no dia seguinte para nos deliciarmos com petiscos genuinamente portugueses, seguimos para a habitual matança de mosquitos no hostel.

No dia seguinte caminhámos até à Super Fast Ferry Ventures, onde comprámos uma viagem de barco para Langkawi, para dali a dois dias. Um dos highlights da visita à Malásia era visitar as Perhentian Islands, as quais ficam na costa este do país, mas já que estávamos em Penang, ou seja, na costa oeste e os preços do transporte e estadia nas PI desrespeitavam (e muito) o nosso orçamento, decidimos explorar as nossas opções por aquelas bandas e dessa busca surgiu a escolha da Langkawi Island como próximo beach destination!

Mais passeatas e andanças de autocarros, num dos quais quase que fomos literalmente expulsos pelo condutor indiano que não tolerou o facto de não termos a quantia certa para o bilhete e ainda menos a solução óbvia de pedir aos passageiros do lado que nos trocassem a única nota que tínhamos, e já depois das 21h30, ou seja, muito tarde porque o pessoal por estas bandas começa a jantar às 18h, chegámos ao restaurante do senhor Luis, prontos para comer à grande e à portuguesa! =)
A cozinha estava quase a fechar e nós desfizemo-nos em desculpas por chegarmos tão tarde, mas fomos recebidos de braços abertos e com uma tábua de enchidos e um cesto de pão na mesa! Mal começamos já sabíamos que a sobremesa seria um belo copo de Eno, sim porque os nossos estômagos forrados a noodles já não aguentam o belo do chouriço!! =)
Na ementa só encontrámos pratos tipicamente portugueses com produtos genuinamente portugueses, que o sr. Luis importava de Portugal (possivelmente dos primeiros, senão mesmo o primeiro a importar este tipo de produtos de Portugal para a Malásia), com a excepção do camarão tigre que vinha da Austrália, porque os custos de importar de Portugal poucas quantidades num contentor refrigerado seriam incomportáveis. Depois de passarmos a vista pelo bacalhau assado no forno, o polvo à lagareiro, e outras iguarias que nos teletransportaram para os melhores restaurantes do nosso país – a casa dos papás – acabámos por escolher logo o menos genuíno – o camarão tigre! Lol =)
Já praticamente a rebentar e a apostar todas as fichas no Eno fomos presenteados com uma deliciosa, mas mesmo muitoo boa, mousse de chocolate!

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Já passava das duas quando saímos do restaurante, a rebentar pelas costuras, mas sem dúvida muito satisfeitos! Mmmm what a feist!!!

No dia seguinte fomos conhecer a praia mais recomendada da zona e como ainda ficava a mais se 20 km nada melhor do que fazer as delícias do Diogo e…alugar uma scooter (again!!!)! =) Preço bem regateado e por menos de 8€ lá fomos nós conhecer a outra parte da cidade, dar uns mergulhos em água um pouco fusca, mas bem quentinha e, não resistindo à tentação, saborear outra refeição ocidental e out of budget no Hard Rock Penang! :-)

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No outro dia (só por curiosidade, dia 21 de Setembro…oups!) seguimos para o barco que nos levaria para Langkawi, de pequeno almoço tomado…definitely a bad idea!!!

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Perfeitamente instalados no piso de baixo e na parte da frente do barco, saímos perto das 08h15 e seguiram-se 3 horas de ondulação na companhia da saga “Último destino N”. Pouco depois de sairmos, os hospedeiros começaram a distribuir sacos para quem não estivesse a sentir-se muito bem disposto e alguns minutos depois eram muitos aqueles que não se sentiam bem dispostos. Wow que cenário encantador…o do Último Destino, claro!!!
O Diogo começou também a ficar enjoado, mas decidiu ir para a parte de fora apanhar ar e foi o que lhe valeu…já a Sara demorou um pouco mais a tomar essa decisão e pronto, foi a morte do artista! Como podem imaginar a coisa não correu nada bem e chegámos num estado deplorável a Langkawi, mas nada que 3 fatias de pão de forma, água com açúcar e duas horas de sono não resolvessem.

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Feito o check-in e o descanso do guerreiro no hostel T-Star Cottage, numa espécie de bangalow muito cosy, mas infestado com mosquitos e ponto de passagem de um macaquinho cleptomaníaco que vimos pendurado na varanda, seguimos até à praia Cenang que ficava apenas a10 minutos de caminho! Não era uma praia de  água cristalina com fundo de areia branca, mas tinha uma vista incrível, uma vez que estava rodeada por outras ilhas. Dado o estado de convalescença da Sara ficámos por ali mesmo a apreciar a quantidade de turistas que pagavam cerca de 40€ por 5 minutos de parasailing. Se for assim todo o ano, as duas empresas que instalaram a tenda naquela praia não tem propriamente que fazer contas à vida. Só para terem uma ideia, no espaço de 1 hora contámos 20 pessoas…not bad! Se calhar o futuro está aqui e não em Schwäbisch Hall. =)

Deparámo-nos com algumas dificuldades em encontrar um sítio barato para comer, porque os preços no paraíso fiscal da Malásia estão incrivelmente inflacionados, mas passados 5 restaurantes lá encontrámos um cujo preço para duas pessoas não chegava a 5€…spot on!! =)
Chegados ao bungalow e certos de que a mosquitada era tanta que não íamos conseguir matá-la toda decidimos, pela primeira vez na viagem, retirar e pendurar sobre a cama a rede de mosquitos oportunamente oferecida pela Sandra e Cláudio, nobres colegas de trabalho =) Deixámos os mosquitos morrer à fome, mas livramo-nos das piquinhas desconfortáveis!! Obrigada meninos!! =)

Nos dois dias que se seguiram, voltámos a alugar uma scooter e deliciámo-nos com as magníficas vistas, praias e cascatas desta ilha banhada pelo Oceano Índico. Foi definitivamente um dos lugares mais deslumbrantes que visitámos ao longo destes dois meses, vale muito a pena colocar na lista de sítios a visitar!! Para quem prefere uma praia pouco frequentada, de água cristalina com fundo de areia branca e praticamente sem ondas, ou seja, uma praia perfeita para nadar à vontade, recomendámos vivamente a Pasir Tengkorak. Para lá chegarmos fizemos kms de estrada praticamente deserta, rodeada por árvores e alguns resorts, um caminho no qual vale a pena respirar bem fundo e cantar bem alto (pelo menos a nós soube-nos muito bem!! )!

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Nesse dia, depois de duas horinhas muito bem passadas com uma família de locais neste pedaço de paraíso seguimos para o cablecar na expectativa de não ser muito caro e não estar muito crowded. Perfeito, pagámos 7€ para uma voltinha de teleférico não própria para quem tem vertigens, mas muito recomendada a quem quer disfrutar de uma vista absolutamente breathtaking!

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Foi pena não termos apanhado o magnífico pôr do sol que mais tarde viríamos a admirar aquando do regresso ao hostel, mas por outro lado, essa early visit ao cablecar permitiu-nos uma visita à Seven Wells Waterfall antes de anoitecer…priceless!
Do teleférico até à cascata são cinco minutos de scooter, uma desafiante subida a pé de mais cinco minutos até a uma entrada numa espécie de bosque e mais três minutos em linha recta. No início desse caminho encontrámos uma grande família de macacos a alimentarem-se no banquete de lixo que as pessoas deixavam por aquelas bandas para eles, não nos ligaram nenhuma…ufff! =) Chegados ao spot de fim de dia, encontrámos alguns locais e turistas no lago maior e um pouco abaixo um casal com dois babies. Escolhemos o casal. =) Terceiro banho do dia, algumas fotos para recordação e uma agradável conversa com o senhor (do casal) que nos disse ser um guia na ilha, mas não nos vendeu qualquer serviço, pelo contrário, aconselhou-nos a não fazer snorkelling nesta altura (algo que já andávamos a planear há akgum tempo), porque as águas estavam muito turvas! =(
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Bem, seguimos caminho para o hostel com paragem numa espécie de acampamento de pescadores na tentativa de registarmos o tal pôr do sol que pintava boa parte do céu de cor de rosa, mas só conseguimos apanhar isto, porque não conseguimos parar a scooter antes, dado estarmos a meio da estrada principal da ilha.
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Antes de chegarmos ao hostel decidimos gastar um pouco mais no jantar (cerca de 8€) e comer esta deliciosa pizza! Valeu bem a pena!

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No dia seguinte, fomos de scooter até ao ponto mais a norte da ilha – Tanjung Ruh- para, desta feita, conhecermos uma outra praia (nem de longe, nem de perto tão boa como a do dia anterior) e, essencialmente, para assistirmos de rabinho na areia ao espectáculo do pôr do sol. Como as nuvens não permitiam aquele kodak moment, tivemos de abortar a missão pincelada rosa e seguimos caminho para o restaurante baratinho do primeiro dia. O mais engraçado é que, pouco depois, as nuvens começaram a desaparecer e nós acabámos por parar no mesmo sítio do dia anterior para registar o momento.
E pronto, foi esta a história na ilha de Langkawi.

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No dia seguinte, fomos degustar as deliciosas nuggets do KFC na busy area da ilha para depois seguirmos para o aeroporto apanhar o voo para Kuala Lumpur, de onde sairemos para Osaka, umas horas mais tarde.

Fazendo as contas, estamos a 24 de Setembro, prestes a experienciar a tão esperada aventura nipónica desta odisseia. Prometemos ter mais para vos contar muito em breve. =) A verdade é que nós nos comprometemos sempre a encurtar este desfasamento de três semanas entre este fantástico blog (^^) e vocemessês, mas isto de não ter uma rotina, ter uma cama diferente quase todos os dias, não ter análogas da padaria ribeiro (que a ribeiro é muito cara) à disposição e, enfim, roupa lavada e comidinha na mesa da sala de jantar ou dos joelhos na sala de estar, torna-nos um pouco falíveis. Mas acreditámos estar no bom caminho… =)

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Por isso, não percam o próximo, porque o próximo é no Japão!!! =)



Ipoh, Highlands e a Big Red Strawberry Farm

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A viagem para Ipoh de autocarro apesar de tranquila foi algo desconfortável mas dentro do que seria de esperar com 60 indianos, chineses, malaios e portugueses enfiados tipo sardinha em lata num autocarro.
A parte mais assustadora foi pensar que o nosso condutor ia queimar a embraiagem a meio da viagem e íamos ficar apinhados numa auto-estrada malaia a noite inteira… Não houve primeira que o tipo engatasse sem arranhar profundamente a caixa, o que fazia estremecer o autocarro e todos os seus ocupantes. A primeira e segunda vez ainda passou, mas a partir dai começámos mesmo a acreditar que o nosso charuto não ia chegar ao destino. Até que, muito colado ao som do arranhar da caixa, começámos a distinguir um outro som muito curto que antecedia este. Apercebemo-nos de que comer “pipas” (sementes de girassol) enquanto se conduz pode não dar a maior sensação de segurança aos passageiros. Nada que atrapalhasse o nosso condutor indiano, pois parecia unicamente preocupado em arrancar a semente do interior da casca do que com o estado da embraiagem do seu veículo.
Já perto de Ipoh, o autocarro ainda fez 2 ou 3 paragens curiosas em plena auto-estrada nas quais desambarcavam sempre 1 ou 2 indianos que se embrenhavam na floresta escura que nos rodeava.

Chegados à estação, a cerca de 8km do centro veio a primeira prioridade. Comer! Qual a única opção na estação de autocarros àquela hora? Hmmm…parece que voltámos ao caril. Não teria sido a nossa escolha, caso tivéssemos outras opções, mas a fome foi mesmo o melhor tempero e a coisa nem correu mal!

Posto isto ,táxi para o centro, para o nosso hotel. Pela cara do taxista quando lhe dissemos o nome da unidade hoteleira percebemos logo que não ia ser uma grande estadia. Nada a que não estejamos habituados já. =)

Um sítio ligeiramente manhoso e 3 lances de escada para chegarmos ao quarto, mas de resto perfeitamente adequado.

A intenção era só passar a noite para de manhã irmos para as Cameron Highlands a cerca de 50km, no entanto apercebemo-nos de que o fim de semana era de festa na Malásia, pois a segunda-feira era feriado, pelo que os preços de alojamento nas Highlands estavam absurdamente elevados.

Resultado: mais um dia de manhosice e aproveitar para atualizar planeamentos e relatos online! =)

Ipoh, é uma cidade pequena comparada com Kuala Lumpur e não nos parece que ocupe um lugar de relevo na lista de locais a conhecer de um viajante, a não ser como ponto de passagem para chegar às Highlands.

Depois da paragem obrigatória de dois dias, dirigimo-nos para o embarque no autocarro que nos ia levar ao destino desejado. Um autocarro bem confortável e uma viagem de cerca de 2 horas muito agradável (a esta altura do campeonato, as várias ultrapassagens assustadoras já não causam mossa) a partir do momento em que começamos a entrar na zona montanhosa.

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As montanhas nas Cameron estão todas esculpidas com plantações em socalcos e inúmeras estufas para aproveitarem o clima particular desta zona, onde a temperatura média anual ronda os 18ºC.

Ficámos alojados em Tanah Rata, num acolhedor Camelia Inn, gerido por uma família indiana que depois de começarem com o supermercado na rua, expandiram para  o sector hoteleiro. Um quarto bem pequeno mas perfeitamente suficiente e confortável. Depois do check-in passeámos na pequena vila e degustámos alguma street food, com as ruas ainda bem movimentadas com música, festa e comida devido ao facto de ser feriado.

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Depois de uma passagem por um ponto de informação turística planeámos os nossos dias nestas deliciosas terras. De tarde optámos por fazer um dos trilhos de trekking recomendados. Trilho number 10. Dado que o mapa que nos tinham dado não era muito detalhado fomos perguntando pelo caminho às pessoas com que nos cruzávamos, mas rapidamente percebemos que apesar de “muito recomendados” os trilhos não deviam ser feitos pelos locais…praticamente apenas pelos turistas. Cada pessoa a quem perguntávamos olhava-nos espantada como se estivéssemos a perguntar qual o melhor caminho para chegar à Patagónia a partir de Tanah Rata. Subimos vários caminhos montanha acima, montanha abaixo e de cada vez que achávamos que estávamos no caminho certo, íamos parar a um abismo sem saída. Vimos imensas terraplanagens a serem feitas no caminho, sinal claro de expansão da actividade agrícola na região.

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Tentativa 1:

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Tentativa 2:

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Tentativa 3:

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Mais terraplanagem:

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Já perto do fim de tarde, e sem qualquer indicação, parámos à porta do que parecia um terreno de uma casa particular e entrámos a medo, a olhar para todo o lado, à espera do primeiro tiro de caçadeira ou salto de um rottweiler na nossa direcção. Lá apareceu um senhor chinês na casa que por gestos nos indicou que sim, era mesmo ali, num caminho lateral, dentro da sua propriedade que começaria o trilho.

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Fizemos talvez nem 10 minutos do caminho pelo meio da selva e a trepar a montanha, para tentar aproveitar a última luz, mas passado pouco tempo e com a ameaça de forte chuvada, decidimos ficar por ali e voltar atrás. Teríamos outras visitas no dia  a seguir que iriam compensar. =)

Regressámos a tempo de descobrir um delicioso mini-mercado de fruta onde degustámos a deliciosa dragon-eye antes de um jantar tranquilo e bem baratinho num restaurante local.

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Dia seguinte foi um dos melhores dias da viagem. Depois de um pequeno-almoço de supermercado (pão de forma, iogurte/leite achocolatado) apanhámos o autocarro (nada de táxis pois mínimo eram 60 ringgit, out of budget) com uma simpática hospedeira chinesa que nos tranquilizou dizendo-nos que nos avisaria quando estivéssemos no ponto de desembarque para a nossa primeira visita: as BOH tea plantations.

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Mal desembarcámos vimos um letreiro a indicar uma boa caminhada de cerca de 3km até à plantação, mas foi uma caminhada muito agradável depois de conhecermos o Brock e a Deirdre, um casal americano em viagem há mais de ano e meio com os quais trocámos as experiências e aventuras já vividas. O tempo passou a voar e rapidamente o cenário à nossa volta se transformou numa ainda mais magnífica paisagem:

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Chegados à plantação, visitámos depois a fábrica que naquele dia não laborava, pelo que tivemos apenas vislumbres do processo de produção. No final degustámos um chá da zona com uma vista impressionante para o vale no qual estava situada a fábrica na companhia do casal recém-conhecido.

O regresso foi igualmente rápido, com a distância a parecer mínima dada a conversa entusiasmante. No final do trilho, fizemos as despedidas e trocámos contactos, pois eles iam fazer outro dos trilhos recomendados na zona e nós queríamos visitar uma quinta de morangos (muito típicas na zona).

Fizemos o caminho a pé (surpreendente como ainda tínhamos energia), ou seja andámos mais de 1 hora até chegar ao próximo local. Pelo meio passámos por vendedores de fruta onde provámos outra deliciosa fruta cujo nome desconhecemos e tivemos durante uma boa meia-hora a companhia de um outro amigo, que carinhosamente apelidámos de Fox! =)

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Chegados à Big Red Strawberry Farm que tinhamos decidido visitar, recarregámos energias com os “preserved strawberries”, pareciam morangos cristalizados e uma panqueca com morangos, ambos divinos. Perguntámos aos funcionários se não iam ter mais visitas guiadas naquela tarde. Pela reacção percebemos que visitas guiadas não era algo que estivessem habituados a fazer e um dos funcionários dirigiu-se a um senhor dos seus 50 anos que lá estava e que prontamente veio ter connosco de sorriso rasgado na cara. Era o dono e desde logo se voluntariou para nos mostrar a quinta e como produziam! O simpático Kumar simpatizou desde logo connosco, mochileiros tugas, porque explicou-nos, também ele era mochileiro. Todos os anos tira férias prolongadas de mochila às costas para explorar Ásia, Europa, o que for. Ainda não tinha visitado Espanha e Portugal, mas garantiu-nos que estavam na lista. O Kumar mostrou-nos absolutamente tudo, desde como montaram a estrutura, como converteram a quinta de tradicional para um modelo mais avançado em estufa. A quinta empregava já 40 trabalhadores produzindo várias espécies de alface, tomate e claro, morangos. Muita da produção era comprada por Singapura para consumo lá mas também para exportação para o Médio Oriente.

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Dos 40 funcionários, poucos, muito poucos eram Malaios. Isto porque segundo o Kumar “Malaysians are lazy, they don’t want to work”, o que o obriga a contratar do Sri Lanka, Bangladesh entre outros países. Mostrou-nos ainda as instalações dos funcionários e o chef dedicado que ele tinha na quinta para cozinhar para toda a equipa.

No final ainda nos mostrou a Snowball, a sua simpática husky com quem ainda brincámos um pouco.

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Ficámos rendidos com a sua humildade e amabilidade em nos mostrar a quinta e trocar algumas das histórias pelas quais já tinha passado. Trocámos contactos e desejámos-lhe as felicidades para o seu magnífico projecto que irá continuar a prosperar, estamos certos!

À saída da quinta, e já com algum cansaço nas pernas, começámos a caminhada  de cerca de 5km em direcção a Tanah Rata, a pensar se ainda conseguiríamos algum autocarro, até que se iniciou o seguinte diálogo:

Diogo: “E se tentássemos apanhar boleia para Tanah Rata?”

Sara: “Podemos tentar, é provável que consigamos”

(Diogo estica dedo)

Sara: “Mas é melhor não continuarmos a andar de lado, paramos e esticamos o dedo.”

Parámos, virámo-nos para trás e esticámos o dedo e passados 0,3 segundos o primeiro carro que vinha a 100 metros atrás liga o pisca.

Carro bem bonitinho, lavadinho, bom aspecto, chinesa dos seus 40 anos ao volante.

Chinesa: “Where you go?”

Us: “Tanah Rata, but you can drop us before if you’re not going that far”

Chinesa: “No, is ok, get in”

Entrámos.

Us: “Thank you so much for stopping and giving us a ride, we really apreciate it!”

Chinesa: (Silêncio desconfortável)

Us: “So you work around here in Cameron Highlands?”

Chinesa: Yes. (Silêncio desconfortável)

Us: “We’re going to Penang after Cameron Highlands”

Chinesa: “Hum. You want me to leave you center Tanah Rata?”

Us: “Yes that would be perfect”.

Chinesa: (Silêncio desconfortável)

Chinesa: (Liga o rádio; na verdade eram vídeos Karaoke com músicas chinesas e respectiva letra, mas ainda assim manteve o silêncio)

Chegámos ao destino, agradecemos e saimos rapidamente ainda um pouco deslumbrados com a simpatia, mas confusos com o silêncio, pois ela parecia falar bom inglês…do pouco que se lhe ouviu.

Deixou-nos mesmo no centro, a escassos metros do nosso novo poiso (tínhamo-nos esquecido de referir que trocámos para outra pousada pelos supostamente magníficos scones com compota de morango que serviam ao pequeno-almoço) e agradecidos despedimo-nos desta enigmática senhora. =)

Um rápido jantar achinesado num restaurante muito perto e recolhemos para o merecido descanso depois do dia repleto de caminhada!

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Next stop: Penang e Georgetown, a capital da comida de rua da Malásia, onde nos esperava outro encontro fortuito!

Por isso não percam o próximo episódio, que esperemos seja publicado muito em breve! =)

Ipoh, Highlands and the Big Red Strawberry Farm

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A viagem para Ipoh de autocarro apesar de tranquila foi algo desconfortável mas dentro do que seria de esperar com 60 indianos, chineses, malaios e portugueses enfiados tipo sardinha em lata num autocarro.
A parte mais assustadora foi pensar que o nosso condutor ia queimar a embraiagem a meio da viagem e íamos ficar apinhados numa auto-estrada malaia a noite inteira… Não houve primeira que o tipo engatasse sem arranhar profundamente a caixa, o que fazia estremecer o autocarro e todos os seus ocupantes. A primeira e segunda vez ainda passou, mas a partir dai começámos mesmo a acreditar que o nosso charuto não ia chegar ao destino. Até que, muito colado ao som do arranhar da caixa, começámos a distinguir um outro som muito curto que antecedia este. Apercebemo-nos de que comer “pipas” (sementes de girassol) enquanto se conduz pode não dar a maior sensação de segurança aos passageiros. Nada que atrapalhasse o nosso condutor indiano, pois parecia unicamente preocupado em arrancar a semente do interior da casca do que com o estado da embraiagem do seu veículo.
Já perto de Ipoh, o autocarro ainda fez 2 ou 3 paragens curiosas em plena auto-estrada nas quais desambarcavam sempre 1 ou 2 indianos que se embrenhavam na floresta escura que nos rodeava.

Chegados à estação, a cerca de 8km do centro veio a primeira prioridade. Comer! Qual a única opção na estação de autocarros àquela hora? Hmmm…parece que voltámos ao caril. Não teria sido a nossa escolha, caso tivéssemos outras opções, mas a fome foi mesmo o melhor tempero e a coisa nem correu mal!

Posto isto ,táxi para o centro, para o nosso hotel. Pela cara do taxista quando lhe dissemos o nome da unidade hoteleira percebemos logo que não ia ser uma grande estadia. Nada a que não estejamos habituados já. =)

Um sítio ligeiramente manhoso e 3 lances de escada para chegarmos ao quarto, mas de resto perfeitamente adequado.

A intenção era só passar a noite para de manhã irmos para as Cameron Highlands a cerca de 50km, no entanto apercebemo-nos de que o fim de semana era de festa na Malásia, pois a segunda-feira era feriado, pelo que os preços de alojamento nas Highlands estavam absurdamente elevados.

Resultado: mais um dia de manhosice e aproveitar para atualizar planeamentos e relatos online! =)

Ipoh, é uma cidade pequena comparada com Kuala Lumpur e não nos parece que ocupe um lugar de relevo na lista de locais a conhecer de um viajante, a não ser como ponto de passagem para chegar às Highlands.

Depois da paragem obrigatória de dois dias, dirigimo-nos para o embarque no autocarro que nos ia levar ao destino desejado. Um autocarro bem confortável e uma viagem de cerca de 2 horas muito agradável (a esta altura do campeonato, as várias ultrapassagens assustadoras já não causam mossa) a partir do momento em que começamos a entrar na zona montanhosa.

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As montanhas nas Cameron estão todas esculpidas com plantações em socalcos e inúmeras estufas para aproveitarem o clima particular desta zona, onde a temperatura média anual ronda os 18ºC.

Ficámos alojados em Tanah Rata, num acolhedor Camelia Inn, gerido por uma família indiana que depois de começarem com o supermercado na rua, expandiram para  o sector hoteleiro. Um quarto bem pequeno mas perfeitamente suficiente e confortável. Depois do check-in passeámos na pequena vila e degustámos alguma street food, com as ruas ainda bem movimentadas com música, festa e comida devido ao facto de ser feriado.

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Depois de uma passagem por um ponto de informação turística planeámos os nossos dias nestas deliciosas terras. De tarde optámos por fazer um dos trilhos de trekking recomendados. Trilho number 10. Dado que o mapa que nos tinham dado não era muito detalhado fomos perguntando pelo caminho às pessoas com que nos cruzávamos, mas rapidamente percebemos que apesar de “muito recomendados” os trilhos não deviam ser feitos pelos locais…praticamente apenas pelos turistas. Cada pessoa a quem perguntávamos olhava-nos espantada como se estivéssemos a perguntar qual o melhor caminho para chegar à Patagónia a partir de Tanah Rata. Subimos vários caminhos montanha acima, montanha abaixo e de cada vez que achávamos que estávamos no caminho certo, íamos parar a um abismo sem saída. Vimos imensas terraplanagens a serem feitas no caminho, sinal claro de expansão da actividade agrícola na região.

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Tentativa 1:

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Mais terraplanagem:

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Já perto do fim de tarde, e sem qualquer indicação, parámos à porta do que parecia um terreno de uma casa particular e entrámos a medo, a olhar para todo o lado, à espera do primeiro tiro de caçadeira ou salto de um rottweiler na nossa direcção. Lá apareceu um senhor chinês na casa que por gestos nos indicou que sim, era mesmo ali, num caminho lateral, dentro da sua propriedade que começaria o trilho.

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Fizemos talvez nem 10 minutos do caminho pelo meio da selva e a trepar a montanha, para tentar aproveitar a última luz, mas passado pouco tempo e com a ameaça de forte chuvada, decidimos ficar por ali e voltar atrás. Teríamos outras visitas no dia  a seguir que iriam compensar. =)

Regressámos a tempo de descobrir um delicioso mini-mercado de fruta onde degustámos a deliciosa dragon-eye antes de um jantar tranquilo e bem baratinho num restaurante local.

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Dia seguinte foi um dos melhores dias da viagem. Depois de um pequeno-almoço de supermercado (pão de forma, iogurte/leite achocolatado) apanhámos o autocarro (nada de táxis pois mínimo eram 60 ringgit, out of budget) com uma simpática hospedeira chinesa que nos tranquilizou dizendo-nos que nos avisaria quando estivéssemos no ponto de desembarque para a nossa primeira visita: as BOH tea plantations.

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Mal desembarcámos vimos um letreiro a indicar uma boa caminhada de cerca de 3km até à plantação, mas foi uma caminhada muito agradável depois de conhecermos o Brock e a Deirdre, um casal americano em viagem há mais de ano e meio com os quais trocámos as experiências e aventuras já vividas. O tempo passou a voar e rapidamente o cenário à nossa volta se transformou numa ainda mais magnífica paisagem:

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Chegados à plantação, visitámos depois a fábrica que naquele dia não laborava, pelo que tivemos apenas vislumbres do processo de produção. No final degustámos um chá da zona com uma vista impressionante para o vale no qual estava situada a fábrica na companhia do casal recém-conhecido.

O regresso foi igualmente rápido, com a distância a parecer mínima dada a conversa entusiasmante. No final do trilho, fizemos as despedidas e trocámos contactos, pois eles iam fazer outro dos trilhos recomendados na zona e nós queríamos visitar uma quinta de morangos (muito típicas na zona).

Fizemos o caminho a pé (surpreendente como ainda tínhamos energia), ou seja andámos mais de 1 hora até chegar ao próximo local. Pelo meio passámos por vendedores de fruta onde provámos outra deliciosa fruta cujo nome desconhecemos e tivemos durante uma boa meia-hora a companhia de um outro amigo, que carinhosamente apelidámos de Fox! =)

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Chegados à Big Red Strawberry Farm que tinhamos decidido visitar, recarregámos energias com os “preserved strawberries”, pareciam morangos cristalizados e uma panqueca com morangos, ambos divinos. Perguntámos aos funcionários se não iam ter mais visitas guiadas naquela tarde. Pela reacção percebemos que visitas guiadas não era algo que estivessem habituados a fazer e um dos funcionários dirigiu-se a um senhor dos seus 50 anos que lá estava e que prontamente veio ter connosco de sorriso rasgado na cara. Era o dono e desde logo se voluntariou para nos mostrar a quinta e como produziam! O simpático Kumar simpatizou desde logo connosco, mochileiros tugas, porque explicou-nos, também ele era mochileiro. Todos os anos tira férias prolongadas de mochila às costas para explorar Ásia, Europa, o que for. Ainda não tinha visitado Espanha e Portugal, mas garantiu-nos que estavam na lista. O Kumar mostrou-nos absolutamente tudo, desde como montaram a estrutura, como converteram a quinta de tradicional para um modelo mais avançado em estufa. A quinta empregava já 40 trabalhadores produzindo várias espécies de alface, tomate e claro, morangos. Muita da produção era comprada por Singapura para consumo lá mas também para exportação para o Médio Oriente.

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Dos 40 funcionários, poucos, muito poucos eram Malaios. Isto porque segundo o Kumar “Malaysians are lazy, they don’t want to work”, o que o obriga a contratar do Sri Lanka, Bangladesh entre outros países. Mostrou-nos ainda as instalações dos funcionários e o chef dedicado que ele tinha na quinta para cozinhar para toda a equipa.

No final ainda nos mostrou a Snowball, a sua simpática husky com quem ainda brincámos um pouco.

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Ficámos rendidos com a sua humildade e amabilidade em nos mostrar a quinta e trocar algumas das histórias pelas quais já tinha passado. Trocámos contactos e desejámos-lhe as felicidades para o seu magnífico projecto que irá continuar a prosperar, estamos certos!

À saída da quinta, e já com algum cansaço nas pernas, começámos a caminhada  de cerca de 5km em direcção a Tanah Rata, a pensar se ainda conseguiríamos algum autocarro, até que se iniciou o seguinte diálogo:

Diogo: “E se tentássemos apanhar boleia para Tanah Rata?”

Sara: “Podemos tentar, é provável que consigamos”

(Diogo estica dedo)

Sara: “Mas é melhor não continuarmos a andar de lado, paramos e esticamos o dedo.”

Parámos, virámo-nos para trás e esticámos o dedo e passados 0,3 segundos o primeiro carro que vinha a 100 metros atrás liga o pisca.

Carro bem bonitinho, lavadinho, bom aspecto, chinesa dos seus 40 anos ao volante.

Chinesa: “Where you go?”

Us: “Tanah Rata, but you can drop us before if you’re not going that far”

Chinesa: “No, is ok, get in”

Entrámos.

Us: “Thank you so much for stopping and giving us a ride, we really apreciate it!”

Chinesa: (Silêncio desconfortável)

Us: “So you work around here in Cameron Highlands?”

Chinesa: Yes. (Silêncio desconfortável)

Us: “We’re going to Penang after Cameron Highlands”

Chinesa: “Hum. You want me to leave you center Tanah Rata?”

Us: “Yes that would be perfect”.

Chinesa: (Silêncio desconfortável)

Chinesa: (Liga o rádio; na verdade eram vídeos Karaoke com músicas chinesas e respectiva letra, mas ainda assim manteve o silêncio)

Chegámos ao destino, agradecemos e saimos rapidamente ainda um pouco deslumbrados com a simpatia, mas confusos com o silêncio, pois ela parecia falar bom inglês…do pouco que se lhe ouviu.

Deixou-nos mesmo no centro, a escassos metros do nosso novo poiso (tínhamo-nos esquecido de referir que trocámos para outra pousada pelos supostamente magníficos scones com compota de morango que serviam ao pequeno-almoço) e agradecidos despedimo-nos desta enigmática senhora. =)

Um rápido jantar achinesado num restaurante muito perto e recolhemos para o merecido descanso depois do dia repleto de caminhada!

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Next stop: Penang e Georgetown, a capital da comida de rua da Malásia, onde nos esperava outro encontro fortuito!

Por isso não percam o próximo episódio, que esperemos seja publicado muito em breve! =)

O portuguese settlement @Malacca e KL

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Quatro dias se passaram na “heavy level” Singapura, mas a verdade é que com muita ginástica orçamental e muitos 7-11’s a coisa fez-se! =)
Seguimos então para o número cinco da nossa lista, por ordem de visita – a Malásia! =)
A primeira paragem será por terras outrora tugas, na qual esperamos encontrar um ou outro muro construído sobre o nosso comando, pese embora pelas mãos de um escravo local e, quiçá, matar as saudades de um prato típico português…Ora portanto, siga para Malacca!

A viagem de autocarro começou logo bem, pois encontrámos um casal da nossa terra credora, sentados no nosso lugar, à espera que nós fossemos os Aliados e lhe perdoássemos a dívida…mas o hospedeiro de bordo fez o trabalho sujo e recambiou-os para a última fila!! They can take our money, but they will not take our seats!! Hahahaha (riso maquiavélico).

A viagem demorou cerca de 4h, com paragem à entrada da Malásia para check de passaportes. Chegados a Malacca, como a estação de autocarros ficava um pouco longe do centro da cidade, seguimos de táxi para o hotel – xxxx. A “corrida” ficou-nos por 20 RM (5€), bem caro, mas era preço fixo por viagem.

Já passava das 22h e ainda não tínhamos jantado, por isso andámos cerca de 10 minutos até ao centro com o intuito de encontrar o portuguese setlement e finalmente saborear comidinha portuguesa, mas quando perguntámos a um local se ficava muito longe ficámos a saber que a caminhada não ficava a menos de 5km…=( Bem, o fim justifica o meio, por isso pagámos mais 5€ e seguimos de táxi para o nosso destino.
Não fizemos contagem de kms para perceber se tínhamos sido aldrabados ou não, mas cá para nós que ninguem nos ouve, achámos que sim…o_O

Tínhamos pensado em jantar no Papa Joe’s, onde o Diogo tinha comido um peixe “não reconhecível” em 2010, mas mal saímos do táxi e perguntámos aos locais que nos rodeavam onde ficava o restaurante, lá soubemos que estava fechado…calma, fechado naquela noite, que a crise não assola portugueses-malaios!! =) Daí fomos esmiuçar as ementas dos restantes restaurantes abertos, numa espécie de praça de alimentação/lota e UAU…os pratos típicos mais populares eram “grilled fish with chilli”, “baked crab”, “black pepper shrimps” “kangkun belacan” e “migoren”!!! Mais tipicamente português que isto, impossível!!
Comemos peixe grelhado com lasquinhas de carvão e legumes e bem que nos soube, a nós e aos três gatinhos que nos rodeavam e que nós iamos alimentando!! =)

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E pronto, já passava das 23h quando nos dirigíamos para a zona dos táxis quando esbarrámos com os Island Jamers, os luso-malaios que nos deram stout e boa música até às 2h da manhã. Até muito mais tarde não podia ser, porque eles dali a poucas horas iam trabalhar. Foi o mais homy que experienciamos nos último mês e meio, true story!! E no final ainda tivemos direito a free ride para o hotel com o Junior! =)

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No dia seguinte refizemos os passos dos nossos antepassados do século XVI e visitámos a Porta de Santiago, hoje em dia denominada, erradamente, por A Famosa. Essa denominação era a “alcunha” da torre construída por ordem de Afonso de Albuquerque, aquando da consquista de Malacca em 1511, mas que foi quase totalmente destruída aquando do cerco dos holandeses entre 1640-1641, que culminou na vitória dos mesmos. O que nós vimos por lá foi uma estrutura bem danificada, com vista panorâmica sobre a cidade e com menções às datas das conquistas e derrotas dos povos que passaram por aquela terra.
Importa esclarecer que nós fomos arrebatados do poder pelos holandeses, depois de 40 anos de ataques sucessivos, tendo a derrota acontecido apenas quando os malaios se tornaram aliados deles ( depois disso e, certamente, de algum doping)!!!
Ficam aqui alguns registos d’A Famosa dos dias de hoje, talvez o ponto mais turístico da cidade.

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Um pouco de história (desta vez vai em imagens para ser mais fácil fazerem scroll down) =)
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Aviso à entrada do hotel (e ainda não experimentámos este fruto! a curiosidade aumenta!):
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Antes de seguirmos para a estação de autocarros com destino a Kuala Lumpur, passámos pelo zona que faz parte do Património da Humanidade, um centro muito arranjadinho com traços tipicamente holandeses. Num dos cafés provámos uma delícia típica, desta feita, uma verdadeira delícia malaia – o cendol (uma espécie de feijão verde doce, café e coco, com cristais de gelo – refrescante!)- e bebemos um white coffee (não encontrámos qualquer diferença face ao cappuccino, portanto era muito bom!). =)

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Pagámos mais 5€ pelo táxi até à estação de autocarros e comprámos o bilhete para Kuala Lumpur por 3.5€/cada. Partímos por volta das 18h e em cerca de 2h chegámos à terra das Petronas. Seguimos do metro para o hotel budget inn que ficava mesmi no centro, em pleno food court!! O cheiro a durian impestava a rua, mas o cheiro a mofo do corredor para o quarto do hotel era muito pior, mas muito pior mesmo. Mas era good value for money, por isso não há grande margem para queixas.

Passámos dois dias em Kuala Lumpur, praticamente dentro dos shoppings de electrónica à procura da melhor solução para substituir o telemóvel da Sara. Lá encontrámos o gadget perfeito a um preço muito em conta e avançámos com a compra. É claro que o custo de oportunidade dessa aquisição vai-nos assolar até conseguirmos recuperar tudo em couchsurfing, mas acreditámos ter feito a escolha certa.

Bem, other than that, Kuala Lumpur não tem muito para ver. É uma cidade muito crowded, com muitos arranha céus amontoados, muitos shoppings e street food por todo o lado. Basicamente nada de novo e, neste caso com a agravante da poluição ser bastante sufocante, daí termos apreciado mais o ar condicionado e free wi-fi do Starbucks do que outra coisa.

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Ao segundo dia, portanto, a 13 de Setembro, comprámos os bilhetes de autocarro para Ipoh. Apenas um aparte interessante.
A parte mais emocionante de Kuala Lumpur foi sair de lá! Quando descobrimos a estação e nos deparámos com os 50 balcões que vendem as mesmas viagens e tínhamos que perceber qual era o nosso balcão para levantar os bilhetes (reservados online).
Quando o descobrimos, o chinês “simpático” despachou-nos como se não fosse nada com ele, não sabia de nenhum autocarro…fomos a outros balcões (já só com 10 minutos para apanhar o autocarro supostamente) ao lado até que uma senhora chinesa esta sim simpática (devia ser supervisora do sítio ou coisa do género) pega no walkie talkie para comunicar com o chinês inicial, parecia que a “ralhar” com ele e mandou-nos de volta ao balcão do início.
Quando lá chegámos, o chinês bem chateado, pediu algo a uma colega do balcão ao lado (concorrência) e qual não é o nosso espanto quando ela nos dá 2 bilhetes para a mão, pagos in loco pelo chinês (mais caros do que o que tínhamos marcado online)…
Ou seja, não teve reservas no autocarro dele, tentou ignorar-nos para que comprássemos viagem a outra empresa pois ele não tinha autocarro para 2 turistas apenas…não correu bem e saiu com um prejuízo de 20 RM…
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Depois deste filme corremos para a nossa plataforma para o bus das 18h…e esperámos…e esperámos, pensámos que estávamos na plataforma errada, começamos a ficar rodeados de chineses e indianos, até que já temos mais de 50 pessoas à nossa volta com o staff sempre a dizer que távamos no sítio certo.

Acabámos num autocarro horrível, completamente lotado e sem os nossos lugares confortáveis de autocarros anteriores…mas pelo menos conseguimos a viagem! Ainda nos descaímos com uma viajante chinesa que ia connosco, que ficou indignada quando soube que tinha pago 10 RM a mais que os “estrangeiros brancos”…ehehe…parece que a negociação portuguesa ainda tem trunfos face à chinesa! =)

Voltando atrás. Ipoh fica a cerca de 50 km das Cameron Highlands, destino que pretendíamos visitar logo de seguida, mas por ser a sexta-feira que antecedia um fim de semana com feriado na segunda-feira, os alojamentos estavam a preços incomportáveis pelas terras das quintas de morangos e plantações de chá. Assim sendo, fomos para uma cidade relativamente perto, na tentativa de encontrar algo melhor no dia seguinte.

Um destino e relato a não perder! Por isso não percam o próximo post, porque nós também não! =)

The portuguese settlement @Malacca and KL

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Quatro dias se passaram na “heavy level” Singapura, mas a verdade é que com muita ginástica orçamental e muitos 7-11’s a coisa fez-se! =)
Seguimos então para o número cinco da nossa lista, por ordem de visita – a Malásia! =)
A primeira paragem será por terras outrora tugas, na qual esperamos encontrar um ou outro muro construído sobre o nosso comando, pese embora pelas mãos de um escravo local e, quiçá, matar as saudades de um prato típico português…Ora portanto, siga para Malacca!

A viagem de autocarro começou logo bem, pois encontrámos um casal da nossa terra credora, sentados no nosso lugar, à espera que nós fossemos os Aliados e lhe perdoássemos a dívida…mas o hospedeiro de bordo fez o trabalho sujo e recambiou-os para a última fila!! They can take our money, but they will not take our seats!! Hahahaha (riso maquiavélico).

A viagem demorou cerca de 4h, com paragem à entrada da Malásia para check de passaportes. Chegados a Malacca, como a estação de autocarros ficava um pouco longe do centro da cidade, seguimos de táxi para o hotel. A “corrida” ficou-nos por 20 RM (5€), bem caro, mas era preço fixo por viagem.

Já passava das 22h e ainda não tínhamos jantado, por isso andámos cerca de 10 minutos até ao centro com o intuito de encontrar o portuguese setlement e finalmente saborear comidinha portuguesa, mas quando perguntámos a um local se ficava muito longe ficámos a saber que a caminhada não ficava a menos de 5km…=( Bem, o fim justifica o meio, por isso pagámos mais 5€ e seguimos de táxi para o nosso destino.
Não fizemos contagem de kms para perceber se tínhamos sido aldrabados ou não, mas cá para nós que ninguem nos ouve, achámos que sim…o_O

Tínhamos pensado em jantar no Papa Joe’s, onde o Diogo tinha comido um peixe “não reconhecível” em 2010, mas mal saímos do táxi e perguntámos aos locais que nos rodeavam onde ficava o restaurante, lá soubemos que estava fechado…calma, fechado naquela noite, que a crise não assola portugueses-malaios!! =) Daí fomos esmiuçar as ementas dos restantes restaurantes abertos, numa espécie de praça de alimentação/lota e UAU…os pratos típicos mais populares eram “grilled fish with chilli”, “baked crab”, “black pepper shrimps” “kangkun belacan” e “migoren”!!! Mais tipicamente português que isto, impossível!!
Comemos peixe grelhado com lasquinhas de carvão e legumes e bem que nos soube, a nós e aos três gatinhos que nos rodeavam e que nós iamos alimentando!! =)

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E pronto, já passava das 23h quando nos dirigíamos para a zona dos táxis quando esbarrámos com os Island Jamers, os luso-malaios que nos deram stout e boa música até às 2h da manhã. Até muito mais tarde não podia ser, porque eles dali a poucas horas iam trabalhar. Foi o mais homy que experienciamos no último mês e meio, true story!! E no final ainda tivemos direito a free ride para o hotel com o Junior! =)

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No dia seguinte refizemos os passos dos nossos antepassados do século XVI e visitámos a Porta de Santiago, hoje em dia denominada, erradamente, por A Famosa. Essa denominação era a “alcunha” da torre construída por ordem de Afonso de Albuquerque, aquando da consquista de Malacca em 1511, mas que foi quase totalmente destruída aquando do cerco dos holandeses entre 1640-1641, que culminou na vitória dos mesmos. O que nós vimos por lá foi uma estrutura bem danificada, com vista panorâmica sobre a cidade e com menções às datas das conquistas e derrotas dos povos que passaram por aquela terra.
Importa esclarecer que nós fomos arrebatados do poder pelos holandeses, depois de 40 anos de ataques sucessivos, tendo a derrota acontecido apenas quando os malaios se tornaram aliados deles ( depois disso e, certamente, de algum doping)!!!
Ficam aqui alguns registos d’A Famosa dos dias de hoje, talvez o ponto mais turístico da cidade.

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Um pouco de história (desta vez vai em imagens para ser mais fácil fazerem scroll down) =)
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Aviso à entrada do hotel (e ainda não experimentámos este fruto! a curiosidade aumenta!):
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Antes de seguirmos para a estação de autocarros com destino a Kuala Lumpur, passámos pelo zona que faz parte do Património da Humanidade, um centro muito arranjadinho com traços tipicamente holandeses. Num dos cafés provámos uma delícia típica, desta feita, uma verdadeira delícia malaia – o cendol (uma espécie de feijão verde doce, café e coco, com cristais de gelo – refrescante!)- e bebemos um white coffee (não encontrámos qualquer diferença face ao cappuccino, portanto era muito bom!). =)

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Pagámos mais 5€ pelo táxi até à estação de autocarros e comprámos o bilhete para Kuala Lumpur por 3.5€/cada. Partímos por volta das 18h e em cerca de 2h chegámos à terra das Petronas. Seguimos do metro para o hotel budget inn que ficava mesmi no centro, em pleno food court!! O cheiro a durian impestava a rua, mas o cheiro a mofo do corredor para o quarto do hotel era muito pior, mas muito pior mesmo. Mas era good value for money, por isso não há grande margem para queixas.

Passámos dois dias em Kuala Lumpur, praticamente dentro dos shoppings de electrónica à procura da melhor solução para substituir o telemóvel da Sara. Lá encontrámos o gadget perfeito a um preço muito em conta e avançámos com a compra. É claro que o custo de oportunidade dessa aquisição vai-nos assolar até conseguirmos recuperar tudo em couchsurfing, mas acreditámos ter feito a escolha certa.

Bem, other than that, Kuala Lumpur não tem muito para ver. É uma cidade muito crowded, com muitos arranha céus amontoados, muitos shoppings e street food por todo o lado. Basicamente nada de novo e, neste caso com a agravante da poluição ser bastante sufocante, daí termos apreciado mais o ar condicionado e free wi-fi do Starbucks do que outra coisa.

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Ao segundo dia, portanto, a 13 de Setembro, comprámos os bilhetes de autocarro para Ipoh. Apenas um aparte interessante.
A parte mais emocionante de Kuala Lumpur foi sair de lá! Quando descobrimos a estação e nos deparámos com os 50 balcões que vendem as mesmas viagens e tínhamos que perceber qual era o nosso balcão para levantar os bilhetes (reservados online).
Quando o descobrimos, o chinês “simpático” despachou-nos como se não fosse nada com ele, supostamente não sabia de nenhum autocarro…fomos a outros balcões (já só com 10 minutos para apanhar o autocarro supostamente) ao lado até que uma senhora chinesa, esta sim simpática (devia ser supervisora do sítio ou coisa do género), pega no walkie talkie para comunicar com o chinês inicial, parecia que a “ralhar” com ele e mandou-nos de volta ao balcão do início.
Quando lá chegámos, o chinês bem chateado, pediu algo a uma colega do balcão ao lado (concorrência) e qual não é o nosso espanto quando ela nos dá 2 bilhetes para a mão, pagos in loco pelo chinês (mais caros do que o que tínhamos marcado online)…
Ou seja, não teve reservas no autocarro dele, tentou ignorar-nos para que comprássemos viagem a outra empresa pois ele não tinha autocarro para 2 turistas apenas…não correu bem e saiu com um prejuízo de 20 RM…
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Depois deste filme corremos para a nossa plataforma para o bus das 18h…e esperámos…e esperámos, pensámos que estávamos na plataforma errada, começamos a ficar rodeados de chineses e indianos, até que já temos mais de 50 pessoas à nossa volta com o staff sempre a dizer que távamos no sítio certo.

Acabámos num autocarro horrível, completamente lotado e sem os nossos lugares confortáveis de autocarros anteriores…mas pelo menos conseguimos a viagem! Ainda nos descaímos com uma viajante chinesa que ia connosco, que ficou indignada quando soube que tinha pago 10 RM a mais que os “estrangeiros brancos”…ehehe…parece que a negociação portuguesa ainda tem trunfos face à chinesa! =)

Voltando atrás. Ipoh fica a cerca de 50 km das Cameron Highlands, destino que pretendíamos visitar logo de seguida, mas por ser a sexta-feira que antecedia um fim de semana com feriado na segunda-feira, os alojamentos estavam a preços incomportáveis pelas terras das quintas de morangos e plantações de chá. Assim sendo, fomos para uma cidade relativamente perto, na tentativa de encontrar algo melhor no dia seguinte.

Um destino e relato a não perder! Por isso não percam o próximo post, porque nós também não! =)

Singapura, a Melting Pot Lion City

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Finalmente the Lion City.

O dia começou com um madrugar mui temprano, por volta das 4h30 da manhã para chegarmos ao aeroporto de Bali bem a tempo do nosso voo das 6h20 da AirAsia para o nosso próximo destino: Singapura!

 

Táxi tranquilo, assim como o valor do taxímetro. De facto esta viagem à Indonésia, tirando um percalço, foi sem dúvida smooth and worthwhile! No aeroporto, check-in eficiente, pagamento de 150000 rupias por cabeça à saída do país (é tipo um imposto turístico) e um belo voo com o pôr-do-sol na janela do nosso Airbus A321.

Aterrámos em Singapura à hora prevista, num aeroporto moderno, não tão agradável quanto o de Bangkok, mas completamente ocidental. A primeira paragem foi num posto de internet onde vimos uma série de locais de repouso, bem caros para o budget, motivo pelo qual seleccionámos uma área de visita e decidimos ir à busca.

Mesmo à saída, decidimos tomar um pequeno-almoço bem típico na cidade. Café e torradas com Jaya, uma manteiga misturada com geleia de coco. Not bad para o Diogo, not so much para a Sara. De seguida, toca a apanhar o express (metro) para o centro da cidade para procurar o nosso novo pardieiro para repouso e para começar a ver as vistas da cidade. :)

Singapura, é uma cidade (tecnicamente, uma cidade-estado, but who cares) diferente. É uma cidade onde se sente a confluência de diferentes partes e povos da Ásia e sub-continente num local relativamente pequeno, dando origem a uma experiência única para quem visita e experiencia.

É impossível ficar indiferente ao rebuliço de Little India, os perfumes, casas e lojas da Arab Street, a caótica mas deliciosa Chinatown, ao mesmo tempo que estamos numa cidade perfeitamente ocidental, desenvolvida e organizada como qualquer outra cidade europeia, que não esteja situada em Portugal. Just kidding.

Chegados à estação de metro escolhida, Lavender, partimos à procura de poiso, com a primeira paragem a revelar-se a opção depois de uma árdua procura de mochila às costas e chuvinha quanto baste. As nossas primeiras paragens não foram afortunadas, até que optámos pelo 5footwayinn de Bugis, bem perto da zona árabe, colado à Arab Street. Um óptimo hostel diga-se simplesmente muito caro, tendo a nossa opção sido pela do dormitório de 4 camas. Tivemos a felicidade contudo de ter o quarto por nossa conta! Pelo meio ainda comemos um belo dum caldo e uma galinha em papel de alumínio, num restaurante chinês de rua, que foram bem do agrado tendo em conta que já tinham passado umas horinhas desde o breakfast. Isto porque tivemos que fazer horas até às 15h, pois não nos deixavam fazer o check-in antes, algo mais comum do que se possa pensar deste lado do mundo.

O pouquinho de tarde que nos restou foi usado a caminhar para o centro da cidade, altura em que não resistimos a regressar a um programinha ocidental: cinema! Fomos ver o “The Internship”, um filme bem divertido, light, mas recomendável!  Antes disso ainda passámos pelo ThaiExpress uma excelente cadeia de comida tailandesa, com um atendimento tão rápido que suspeitamos que os clientes da mesa ao lado nem se aperceberam que lá estávamos. Saímos depois de esperarmos 20 minutos para tirarem o nosso pedido. Jantar no Subway. It’s ok.

No shopping ainda pudemos constatar o fanatismo da população por estrelas coreanas (actores de novelas coreanas, novelas estas que costumam ser muito populares por toda esta parte do mundo)…

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Depois da noite ocidental, caminhada rápida debaixo de chuva miúda para o nosso hostel com a ideia de nos metermos rapidamente nos braços de Morfeu! No entanto, ao passarmos na Arab Street, mesmo com chuva, estava imensa gente em bares de rua num ambiente de fim de noite nada pesado e bem agradável, pelo que antes de fecharmos o dia, aproveitámos para nos imiscuir na multidão de locais.

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Next day, acabámos por mudar para um hostel de cápsulas para tentarmos baixar o enorme custo de alojamento nesta cidade, pelo que ficámos no Little Red Dot Hostel. O nível de conforto era semelhante pelo que foi uma boa opção! Daqui partimos no segundo dia para explorar Little India e um pouco mais do centro.

Little India em Singapura é um local curioso, agora mais ainda depois de termos já visitado a Big India, por assim dizer. Quando se passeia nas ruas, percebe-se que é a Índia, até se percebe alguma confusão, mas nada de lixo amontoado ou vacas na rua. Claro que em contrapartida não há também nada de história. Mas consegue-se apanhar o dia-a-dia, que lembra bem o país e seus costumes.

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Só queríamos apanhar a bancada de fruta, não nos rogue pragas a Shiva, cara senhora

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Depois da visita a Little India, passámos pelo Sim Lim Square onde começou a nossa busca por um gadget que permitisse colmatar o telefone roubado à Sara. Dezenas de vendedores e lojas, todos a venderem um pouco do mesmo, basicamente Samsung ou Apple. Parece claro que quem se quiser meter no meio destes dois vai ter tarefa complicada pela frente! Dado que já passava das 5 da tarde decidimos almoçar. Os nossos horários aqui estão mais desregulados que nunca. Um sandes de atum para a Sara e um hamburger para o Diogo.

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What’s wrong with this picture? =)

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Fomos caminhando pelo centro de Singapura, passando inúmeros e inevitáveis shoppings, universidades e os gigantescos prédios da downtown, até avistarmos um dos highlights da cidade: Marina Bay Sands Hotel. O hotel (ou hotéis) com uma espécie de um navio pousado em cima das 3 torres. Foto tirada, demos um giro pelo shopping do Marina Bay, à procura de uma easy-cheap-bite que haveria de não aparecer. Cidade carota, como já sabíamos. Fomos andando, passeámos pela zona de Clarke Quay e proximidades, zona do desembarque dos ingleses no que viria ser Singapura.

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Esta é uma zona de restaurantes e bares essencialmente, mas com muita seafood estranha, muito estranha.

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Apesar de inúmeros convites para jantarmos com a elite de Singapura, não nos quisemos juntar àquela gente, por isso mesmo fomos para o bairro árabe, onde nos sentimos em casa e degustámos isto:

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Terceiro dia foi frustrante com a perda do carregador do pc. Não não foi roubado, simplesmente deixou de carregar, só com muita pressão. Motivo pelo qual começámos a pensar que talvez fosse o próprio pc. Enfim, isto claro que contribuiu para o nosso atraso em posts ;) Excuses, excuses! Enfim. Sarinha descansou e Dioguinho foi em aventura para o centro de reparações da Acer, mesmo na sede da Acer em Singapura. Uma zona bem distante do centro, mas numa expansão igualmente feroz, com zonas comerciais gigantescas ao lado de parques empresariais e zonas residenciais. Este país ainda tem muito para crescer, vê-se bem o contraste para a Europa. Well, esta visita à ACER, foi como levar o computador a conhecer a sua família biológica. Não correu nada mal. Ficámos com a certeza de que o problema era do carregador e não portátil (yessss) e que os outros dois eram de facto imitações, algo que tínhamos suspeitado, mas à falta de melhor foram soluções temporárias.

Já com novo carregador, de volta ao hostel, para um quick lunch e mais um passeio pelo centro, sempre com direito a entrada em mais um shopping! Desta feita acabámos por parar num daqueles recintos de vídeojogos com todos os viciados locais!

Não resistimos a uma perninha de Street Fighter (pelos vistos já vai no 4 se não estamos equivocados). =) O jogo tornou-se mais interessante quando um dos viciados nos desafiou. Esta malta leva a coisa a sério e neste caso o nosso amigo teve o azar de jogar com a Sara Alves em modo FULL-BLOWN-MORTALITY! O rapaz começou a ficar frustado e só à custa de muito suor, pancada na máquina e no último round conseguiu levar de vencida a nossa heroína! Deu gosto ver (a Sara é o Blanka, o que dá choques eléctricos):

Quarto dia, novo hostel. Dado que nos faltava ainda a mítica Chinatown, optámos por trocar de hostel para estarmos mais perto da acção. Fomos de novo para um 5footwayinn, mas mais barato que o anterior, só que desta vez tivemos companhia no quarto! Ficam aqui as primeiras imagens do local:

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Degustámos as delícias locais, algumas bem spicy, mas a maior parte deliciosa. E muito, muito barata! O único sítio de Singapura onde se tem good value for money! Aproveitámos para mandar o primeiro pacote de “tralha” para Portugal. Não, ainda não são prendas…. :S lamentamos profundamente e prometemos que iremos reparar esta falha. Desta vez foi só mesmo enviar coisas que tinhamos trazido a mais…

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Parece que vos ouvimos deste lado…”Desculpem? Coisas a mais? Um ano com essas mochilas e trouxeram coisas a mais? É verdade, parece impossível, mas esta viagem já conseguiu uma coisa: revolucionar a forma como fazemos a mala em viagem!

Pelo meio ainda nos divertimos com o staff do hostel, um singaporense de raízes indianas, mas que deixava bem claro ser singaporense, mas muito simpático! Noite tranquila em Chinatown degustando pratada de não sabemos o quê, mas muito bom! =)

Quinto dia, finalmente a tão adiada subida ao Marina Bay Sands. Fomos a pé, pois era relativamente perto, mas ouch…calor forte e humidade idem. Ainda deu tempo para ver “velhas” marcas bem conhecidas =)

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Merlion, o símbolo de Singapura.

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PWC em Singapura! Not bad!
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Depois de um quick lunch, finalmente no topo com a melhor vista da cidade:

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A ideia era visitar de seguida os famosos Gardens by the Bay, uma adição recente ao panorama turístico da cidade, com réplicas de climas e vegetação de vários locais no mundo, mas o calor venceu-nos e optámos por ir directos para o Hostel, pois só dava tempo para uma hora de descanso antes de sairmos.

Depois de chegarmos ao hostel e do nosso reduzido descanso, toca a apanhar metro para começarmos a viagem para o nosso próximo país: Malásia. A estação de autocarros ainda ficava longe mas tinha cadeiras para massajar os viajantes antes da partida. Not bad!

Bus station for Malacca:

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First stop: Malaca, terra de muita história portuguesa e de muitos portugueses ainda…ou será que não?

Por isso não percam o nosso próximo episódio porque nós também não!

 

Singapore, Melting Pot Lion City

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Finalmente the Lion City.

O dia começou com um madrugar mui temprano, por volta das 4h30 da manhã para chegarmos ao aeroporto de Bali bem a tempo do nosso voo das 6h20 da AirAsia para o nosso próximo destino: Singapura!



Táxi tranquilo, assim como o valor do taxímetro. De facto esta viagem à Indonésia, tirando um percalço, foi sem dúvida smooth and worthwhile! No aeroporto, check-in eficiente, pagamento de 150000 rupias por cabeça à saída do país (é tipo um imposto turístico) e um belo voo com o pôr-do-sol na janela do nosso Airbus A321.

Aterrámos em Singapura à hora prevista, num aeroporto moderno, não tão agradável quanto o de Bangkok, mas completamente ocidental. A primeira paragem foi num posto de internet onde vimos uma série de locais de repouso, bem caros para o budget, motivo pelo qual seleccionámos uma área de visita e decidimos ir à busca.

Mesmo à saída, decidimos tomar um pequeno-almoço bem típico na cidade. Café e torradas com Jaya, uma manteiga misturada com geleia de coco. Not bad para o Diogo, not so much para a Sara. De seguida, toca a apanhar o express (metro) para o centro da cidade para procurar o nosso novo pardieiro para repouso e para começar a ver as vistas da cidade. :)

Singapura, é uma cidade (tecnicamente, uma cidade-estado, but who cares) diferente. É uma cidade onde se sente a confluência de diferentes partes e povos da Ásia e sub-continente num local relativamente pequeno, dando origem a uma experiência única para quem visita e experiencia.

É impossível ficar indiferente ao rebuliço de Little India, os perfumes, casas e lojas da Arab Street, a caótica mas deliciosa Chinatown, ao mesmo tempo que estamos numa cidade perfeitamente ocidental, desenvolvida e organizada como qualquer outra cidade europeia, que não esteja situada em Portugal. Just kidding.

Chegados à estação de metro escolhida, Lavender, partimos à procura de poiso, com a primeira paragem a revelar-se a opção depois de uma árdua procura de mochila às costas e chuvinha quanto baste. As nossas primeiras paragens não foram afortunadas, até que optámos pelo 5footwayinn de Bugis, bem perto da zona árabe, colado à Arab Street. Um óptimo hostel diga-se simplesmente muito caro, tendo a nossa opção sido pela do dormitório de 4 camas. Tivemos a felicidade contudo de ter o quarto por nossa conta! Pelo meio ainda comemos um belo dum caldo e uma galinha em papel de alumínio, num restaurante chinês de rua, que foram bem do agrado tendo em conta que já tinham passado umas horinhas desde o breakfast. Isto porque tivemos que fazer horas até às 15h, pois não nos deixavam fazer o check-in antes, algo mais comum do que se possa pensar deste lado do mundo.

O pouquinho de tarde que nos restou foi usado a caminhar para o centro da cidade, altura em que não resistimos a regressar a um programinha ocidental: cinema! Fomos ver o “The Internship”, um filme bem divertido, light, mas recomendável!  Antes disso ainda passámos pelo ThaiExpress uma excelente cadeia de comida tailandesa, com um atendimento tão rápido que suspeitamos que os clientes da mesa ao lado nem se aperceberam que lá estávamos. Saímos depois de esperarmos 20 minutos para tirarem o nosso pedido. Jantar no Subway. It’s ok.

No shopping ainda pudemos constatar o fanatismo da população por estrelas coreanas (actores de novelas coreanas, novelas estas que costumam ser muito populares por toda esta parte do mundo)…

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Depois da noite ocidental, caminhada rápida debaixo de chuva miúda para o nosso hostel com a ideia de nos metermos rapidamente nos braços de Morfeu! No entanto, ao passarmos na Arab Street, mesmo com chuva, estava imensa gente em bares de rua num ambiente de fim de noite nada pesado e bem agradável, pelo que antes de fecharmos o dia, aproveitámos para nos imiscuir na multidão de locais.

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Next day, acabámos por mudar para um hostel de cápsulas para tentarmos baixar o enorme custo de alojamento nesta cidade, pelo que ficámos no Little Red Dot Hostel. O nível de conforto era semelhante pelo que foi uma boa opção! Daqui partimos no segundo dia para explorar Little India e um pouco mais do centro.

Little India em Singapura é um local curioso, agora mais ainda depois de termos já visitado a Big India, por assim dizer. Quando se passeia nas ruas, percebe-se que é a Índia, até se percebe alguma confusão, mas nada de lixo amontoado ou vacas na rua. Claro que em contrapartida não há também nada de história. Mas consegue-se apanhar o dia-a-dia, que lembra bem o país e seus costumes.

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Só queríamos apanhar a bancada de fruta, não nos rogue pragas a Shiva, cara senhora

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Depois da visita a Little India, passámos pelo Sim Lim Square onde começou a nossa busca por um gadget que permitisse colmatar o telefone roubado à Sara. Dezenas de vendedores e lojas, todos a venderem um pouco do mesmo, basicamente Samsung ou Apple. Parece claro que quem se quiser meter no meio destes dois vai ter tarefa complicada pela frente! Dado que já passava das 5 da tarde decidimos almoçar. Os nossos horários aqui estão mais desregulados que nunca. Um sandes de atum para a Sara e um hamburger para o Diogo.

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What’s wrong with this picture? =)

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Fomos caminhando pelo centro de Singapura, passando inúmeros e inevitáveis shoppings, universidades e os gigantescos prédios da downtown, até avistarmos um dos highlights da cidade: Marina Bay Sands Hotel. O hotel (ou hotéis) com uma espécie de um navio pousado em cima das 3 torres. Foto tirada, demos um giro pelo shopping do Marina Bay, à procura de uma easy-cheap-bite que haveria de não aparecer. Cidade carota, como já sabíamos. Fomos andando, passeámos pela zona de Clarke Quay e proximidades, zona do desembarque dos ingleses no que viria ser Singapura.

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Esta é uma zona de restaurantes e bares essencialmente, mas com muita seafood estranha, muito estranha.

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Apesar de inúmeros convites para jantarmos com a elite de Singapura, não nos quisemos juntar àquela gente, por isso mesmo fomos para o bairro árabe, onde nos sentimos em casa e degustámos isto:

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Terceiro dia foi frustrante com a perda do carregador do pc. Não não foi roubado, simplesmente deixou de carregar, só com muita pressão. Motivo pelo qual começámos a pensar que talvez fosse o próprio pc. Enfim, isto claro que contribuiu para o nosso atraso em posts ;) Excuses, excuses! Enfim. Sarinha descansou e Dioguinho foi em aventura para o centro de reparações da Acer, mesmo na sede da Acer em Singapura. Uma zona bem distante do centro, mas numa expansão igualmente feroz, com zonas comerciais gigantescas ao lado de parques empresariais e zonas residenciais. Este país ainda tem muito para crescer, vê-se bem o contraste para a Europa. Well, esta visita à ACER, foi como levar o computador a conhecer a sua família biológica. Não correu nada mal. Ficámos com a certeza de que o problema era do carregador e não portátil (yessss) e que os outros dois eram de facto imitações, algo que tínhamos suspeitado, mas à falta de melhor foram soluções temporárias.

Já com novo carregador, de volta ao hostel, para um quick lunch e mais um passeio pelo centro, sempre com direito a entrada em mais um shopping! Desta feita acabámos por parar num daqueles recintos de vídeojogos com todos os viciados locais!

Não resistimos a uma perninha de Street Fighter (pelos vistos já vai no 4 se não estamos equivocados). =) O jogo tornou-se mais interessante quando um dos viciados nos desafiou. Esta malta leva a coisa a sério e neste caso o nosso amigo teve o azar de jogar com a Sara Alves em modo FULL-BLOWN-MORTALITY! O rapaz começou a ficar frustado e só à custa de muito suor, pancada na máquina e no último round conseguiu levar de vencida a nossa heroína! Deu gosto ver (a Sara é o Blanka, o que dá choques eléctricos):

Quarto dia, novo hostel. Dado que nos faltava ainda a mítica Chinatown, optámos por trocar de hostel para estarmos mais perto da acção. Fomos de novo para um 5footwayinn, mas mais barato que o anterior, só que desta vez tivemos companhia no quarto! Ficam aqui as primeiras imagens do local:

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Degustámos as delícias locais, algumas bem spicy, mas a maior parte deliciosa. E muito, muito barata! O único sítio de Singapura onde se tem good value for money! Aproveitámos para mandar o primeiro pacote de “tralha” para Portugal. Não, ainda não são prendas…. :S lamentamos profundamente e prometemos que iremos reparar esta falha. Desta vez foi só mesmo enviar coisas que tinhamos trazido a mais…

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Parece que vos ouvimos deste lado…”Desculpem? Coisas a mais? Um ano com essas mochilas e trouxeram coisas a mais? É verdade, parece impossível, mas esta viagem já conseguiu uma coisa: revolucionar a forma como fazemos a mala em viagem!

Pelo meio ainda nos divertimos com o staff do hostel, um singaporense de raízes indianas, mas que deixava bem claro ser singaporense, mas muito simpático! Noite tranquila em Chinatown degustando pratada de não sabemos o quê, mas muito bom! =)

Quinto dia, finalmente a tão adiada subida ao Marina Bay Sands. Fomos a pé, pois era relativamente perto, mas ouch…calor forte e humidade idem. Ainda deu tempo para ver “velhas” marcas bem conhecidas =)

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Merlion, o símbolo de Singapura.

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PWC em Singapura! Not bad!
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Depois de um quick lunch, finalmente no topo com a melhor vista da cidade:

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A ideia era visitar de seguida os famosos Gardens by the Bay, uma adição recente ao panorama turístico da cidade, com réplicas de climas e vegetação de vários locais no mundo, mas o calor venceu-nos e optámos por ir directos para o Hostel, pois só dava tempo para uma hora de descanso antes de sairmos.

Depois de chegarmos ao hostel e do nosso reduzido descanso, toca a apanhar metro para começarmos a viagem para o nosso próximo país: Malásia. A estação de autocarros ainda ficava longe mas tinha cadeiras para massajar os viajantes antes da partida. Not bad!

Bus station for Malacca:

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First stop: Malaca, terra de muita história portuguesa e de muitos portugueses ainda…ou será que não?

Por isso não percam o nosso próximo episódio porque nós também não!



Java e Bali, Pérolas do Índico

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De Banguecoque para Jakarta

Com o voo apenas às 20h35, às 19h40 ainda nos achávamos no direito de triturar qualquer coisinha no aeroporto, mas quando olhámos para o quadro das partidas qual não é o nosso espanto quando lemos “LAST call”!! Whaaaa? Bem, como nunca tínhamos viajado com a Tiger Airways, esquecemos a comidinha e seguimos para o avião. Nunca chegámos a perceber o porquê de tanta antecipação, uma vez que saímos à hora prevista, mas tudo bem, o que interessa é que cerca de 3h35 mais tarde estávamos em Jakarta, empancados na emigration area. Grrr

 

Normalmente nunca temos problemas nos aeroportos, bem pelo contrário, a rotina normal é entregar o passaporte, ouvir “ohh Portugal…Cristiano Ronaldo, football, very good, handsome (??)” e receber de volta o passaporte acompanhado de um simpático sorriso, mas não foi o caso em Jakarta. A verdade é que não foi nada demais, apenas um pequeno delay por não termos impresso o bilhete de avião que comprovava a nossa saída do país dali a uns dias. Nós fizemos o que sempre fazemos, ou seja, mostrámos uma foto do bilhete com o respectivo código, mas o senhor foi muito claro quando nos disse que não lhe cabia a ele confirmar se o código existia ou não e que o dever dele era apenas carimbar uma folha…hmm OK, perguntámos aos seguranças à nossa volta se podíamos imprimir a tal folha, mas nada! Mais 5 minutos de simulação de baratas tontas à procura de uma solução e pronto, como já passava da 00h30, o cansaço acabou por nos conseguir o carimbo e nós lá seguimos para o nosso próximo poiso…o aeroporto!

Ainda não escrevemos um post sobre isto (algo que iremos fazer em breve), mas quando definimos a nossa rota ( a qual tem vindo a sofrer alguns desvios, como já antecipávamos) tivemos em conta, essencialmente, dois factores: o preço dos voos e o clima. Assim sendo, como queríamos apanhar bom tempo na Indonésia, para nos espraiarmos em Bali, e o início do outono no Japão ( já que a primavera estava fora de questão) tivemos de optar por conhecer mais de uns sítios e menos de outros ( é como tudo na vida, há sempre um custo de oportunidade em cada esquina, é isso e Seven Eleven’s na Ásia).
Tendo isto presente, sacrificámos um pouco a Indonésia quando decidimos passar apenas por Yogyakarta e Bali…se pudéssemos voltar atrás, julgo que teríamos feito de forma diferente…O país é lindíssimo, as pessoas são deliciosamente simpáticas (mesmo o senhor da emigração) e a comida é de chorar por mais e muito barata (como já esgotámos a quota de queixumes nos posts da Índia, agora só há espaço para coisas boas!). =)

Bem, posto isto, passem a vista pela mini odisseia:

Saímos de Bangkok no dia 28, às 20h35 e aterrámos em Jakarta no dia 29, às 00h05.

Saímos de Jakarta no dia 29, às 05h20 e aterrámos em Yogyakarta no dia 29, às 0625.

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Apanhámos um taxi para visitar o templo de Borobudur, no dia 29, às 07h15 onde chegámos às 09h.
Seguimos para a estação de comboios para apanhar o comboio das 15h para Surabaya, onde chegámos às 19h30. Dormimos em Surabaya.
Apanhámos o comboio das 08h, no dia 30 e chegámos a Banyuwangi às 16h.
Do comboio passámos para o ferry que nos levou para Gilimanuk, já na ilha de Bali (20 min).
Por último, às 17h apanhámos um autocarro (infestado de mosquitos e com um condutor de deitar as mãos à cabeça, OK no complaints) para Denpasar, onde chegámos às 22h…sim, do dia 30.
OK e já que estamos, no dia 31, às 12h, seguimos de speedboat para a ilha de Lembongan! =)

O cansaço começou a fazer-se sentir naqueles sofás ligados em jeito de cama, no aeroporto de Jakarta, mas sem dúvida que o pico deu-se depois da visita ao templo de Borobudur, quando saímos do táxi onde tão bem dormíamos e entrámos na estação de comboios, onde tivemos de esperar mais de 3 horas para seguir caminho. Ouch!

Antes de seguirmos para Bali fica aqui um pouco do maior monumento budista do mundo, o templo de Borobudur…

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Antes de nos deixarem entrar, tivemos que vestir a saia tradicional, aka sarong, boys and girls alike, much to Diogo’s displeasure. Mas ofereceram-nos uma chávena de café local. Não se pode dizer que não sabem cuidar dos turistas.

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Vale a pena ler um pouco sobre esta magnífica construção do século VIII, onde se podem vislumbrar os ensinamentos budistas que trilham o percurso para a iluminação, inscritos nos blocos que formam os patamares do templo.

Borobudur fica a cerca de 1h de carro do aeroporto de Yogyakarta e os nossos gastos para lá chegarmos totalizaram cerca de 25€ – 12.5€ no táxi (ida e volta) + 12.5€ nas entradas para o templo.
Mesmo muito cansados ficámos absolutamente maravilhados com o que vimos. O ideal teria sido chegar a tempo do nascer do Sol, mas esse vimos do avião! =)

Bem, como estamos a fazer os nossos melhores esforços para ganhar o prémio de melhor vagabundagem do ano e isso passa por escrever posts o menos aborrecidos possível, vamos apenas mencionar a fantástica viagem de comboio de Surabaya para Banyuwangi, que agradou a ambos, mas definitivamente maravilhou o Diogo. =)
Seguiram-se 7h de paisagens que imaginávamos ver este ano, quando ainda estávamos no sofá da sala, nas Antas. E essa correspondência de expectativas já valeu a escolha deste trajecto em vez de voarmos directamente de Jakarta para Bali.
O comboio era muito confortável e a comidinha servida a bordo deliciosa e barata. Spot on! Mas toda esta menção à viagem faz-se pela euforia do Diogo em abrir a porta do comboio em andamento e fotografar ( e filmar) tudo o que se lhe passava à frente. A adrenalina e o movimento ( do comboio) podem ter tremido algumas fotos, mas o momento foi deveras captado! Priceless! Vejam as fotos: =)

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Depois do comboio seguiu-se uma rápida viagem de ferry para Gilimanuk (ilha de Bali), onde apanharíamos um autocarro para Denpasar. No barco ainda nos rimos um pouco com um casal de australianos que regressavam a Bali, 12 anos depois da lua de mel, para ver como as coisas estavam… =) Para terminar o relato da chegada a Bali, fiquem-se com este mimo que foi a nossa viagem de 3h de autocarro…

A visibilidade é muito reduzida (tal como a do condutor do autocarro em 95% das suas ultrapassagens AhAh), mas só para clarificar o que se vê no vídeo é o nosso autocarro na faixa da direita (a errada portanto) a jogar “chicken” (quem não estiver familiarizado com o jogo pode ler o nosso post de Udaipur a Jodhpur) com os condutores da outra faixa. “That was the closest” consegue-se ouvir no vídeo, comentário do australiano que ia sentado à nossa frente a contar o número de vezes em que nos escapámos de colisão frontal!

Dia 31 de Agosto ( hoje já é dia 20 de Setembro…oops)
Decidimos visitar a ilha de Lembongan, a cerca de 19 km de Bali. Apanhámos o ferry da Scoot Cruises, que saiu de Sanur por volta das 13h30. O fast boat levava cerca de 16 pessoas, todas na parte de baixo do barco, ficando as bagagens dos passageiros alojadas na parte de cima. A viagem demorou cerca de 40 minutos e tirando uns saltinhos de vez em quando, fez-se bem. É uma viagem rápida e segura. Quem coloca e recolhe as bagagens no barco é o pessoal da Cruises, enquanto os passageiros aguardam na areia. No bilhete de ida e volta que comprámos, por cerca de 73€, estava incluído o drop off na guesthouse que reservámos, o que dá sempre jeito.

Feito o check in na Pondok Jangala guesthouse, pousámos as nossas coisas no quarto, almoçámos e fomos procurar a lavandaria a 1€/kg para deixarmos a saca do continente! =) Neste de ponto da viagem é seguro dizer que nem a roupa do corpo estava lavada. O_o
Já passava das 15h quando decidimos alugar uma scooter, o que nos deixava pouco mais de 3h de boa visibilidade, mas como a ilha é pequena (menos de 14 km de perímetro) nem hesitámos em partir à descoberta das praias mais famosas da ilha – Mushroom beach e Dream beach. Saltos e mais saltos, dadas as estradas não alcatroadas e cheias de buracos, lá encontrámos as famosas praias…

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Seguimos caminho para a guesthouse antes que anoitecesse e, pouco depois de jantarmos, falha a luz na ilha…Ok, sem luz pública e no meio da rua de uma ilha no meio do Índico…sente-se qualquer coisa, não há como negar! =)

Bem, no dia seguinte fizemos mais do mesmo…pegar na scooter e ir para a praia, regressar na hora do cancro e aproveitar a piscina da guesthouse que, diga-se de passagem, era deliciosa, comer qualquer coisa e ver filmes! Ain’t this life rough?! =)

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Algas a secarem ao sol. A maior parte dos habitantes da ilha vive desta actividade. Estas são as algas que depois nos vêm parar aos maki e temaki nos restaurantes japoneses!

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Os quadrados escuros no mar são as “plantações” de algas.
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Perfect combination of golden and blue. Amazonas suits the summer in Lembongan!

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Pensámos em fazer snorkeling, mas preferimos deixar essa aventura para a Malásia. No entanto, admitimos ter pena de não o ter feito, porque aquela ilha de água digna da capa da “Rotas e Destinos” tem spots muito interessantes para snorkeling e diving.

Como só tínhamos mais 3 dias na Indonésia, com MUITA PENA nossa, decidimos regressar a Bali no dia seguinte, novamente no fast boat da Scoot Cruises.
Saímos por volta das 12h30 e 40 minutos depois já estávamos a caminho de Seminyak, na carrinha do pessoal da Cruises que nos foi lá levar. Seminyak é, juntamente com Kuta, das zonas mais turísticas de Bali, algo que tentámos evitar mas foi lá que encontrámos o hotel com melhor qualidade-preço ( o Favehotel Seminyak).
Chegados ao hotel e feito o check-in, apercebemo-nos do primeiro furto da viagem ( esperemos que único…se bem que ainda temos América Central e do Sul pela frente..O_o )…o telemóvel da Sara tinha desaparecido. OK, isso acontece MUITAS vezes, mas depois de termos virado as malas do avesso, percebemos que desta vez era mesmo a sério e o único momento em que não lhe pusemos a vista em cima foi quando a bagagem dela foi para a parte de cima do barco…! Normalmente levámos tudo o que é de valor connosco, mas desta vez o telemóvel tinha seguido noutra mala e foi o que bastou…Ligámos de imediato para a Scoot Cruises a explicar a situação, tentando ser o mais polite possível, mas afirmando que o telemóvel estava na nossa posse mesmo antes das mochilas serem levadas pelo pessoal deles e sendo que saímos do barco directos para o hotel, no carro deles, não havia muita margem para enganos…Eles ficaram de nos ligar de volta a marcar uma reunião, mas nos dois dias seguintes não o fizeram…:( Posto isto e para conseguirmos que o seguro cubrisse a despesa do tlm, tivemos de passar na polícia para nos passarem uma espécie de “auto de furto”. Foi um episódio caricato também. Os polícias que lá estavam eram extremamente simpáticos e rapidamente nos deram os papéis para preenchermos, mas a verdade é que não saímos de lá sem deixar uma gorgeta…LOL, a qual foi imposta com a maior das naturalidades…”To give you the paper you need to give us money. 150.000 rupees”. E pronto, lá foram mais cerca de 10€, mas that’s how things worked around there! E bem sorte tivemos em não ser mais que 10€…

Podíamos ter feito mais com os 3 dias que passámos em Bali, como visitar a ilha de Lombok, Ubud e outros sítios absolutamente paradisíacos, mas preferimos relaxar pelas praias das redondezas e poupar algum dinheiro. Do tempo que lá passámos destacámos a praia de Nusa Dua, o pôr do sol em Jimbaran e a comidinha baratinha e deliciosa do restaurante Lucky.

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Trabalhadores contratados pelo resort em frente a esta parte da praia a retirarem o inúmeros calhaus do fundo do mar. Nós também ajudámos!
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Navio encalhado há 1 mês!
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Living the balinese dream. 4-hand massage at Nusa Dua by some white tanned lady.

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A onda da morte…ondinha boa para “pegar”, resultou na perfeição como podem ver aqui…
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Act 2: incoming! Maria não te preocupes, mas aqui quase parti o pescoço. A coluna sofreu mas, até ver, ainda dá para andar de mochila às costas!

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Sunset at Jimbaran Bay
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Bintang, Watermelon Juice and the world’s best peanuts. A great way to end the day.

Três dias depois, às 04h15 do dia 06 de Setembro, já estávamos no aeroporto de Denpasar à espera do nosso voo da Air Asia para Singapura.
A esta altura do campeonato ainda não sabíamos onde ficar por aquelas bandas, porque os alojamentos são estupidamente caros para quem tem um orçamento diário de 40€!! Ao chegarmos já vemos o que se arranja. As usual :-)

Bem meninos, depois deste post já regressámos ao mês de Setembro! Uff we gotta keep up with you guys!! :-)
Stay tuned, cus there’s gonna be more of this real soon, we promise!

 

Java and Bali, Indian Ocean Pearls

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De Banguecoque para Jakarta

Com o voo apenas às 20h35, às 19h40 ainda nos achávamos no direito de triturar qualquer coisinha no aeroporto, mas quando olhámos para o quadro das partidas qual não é o nosso espanto quando lemos “LAST call”!! Whaaaa? Bem, como nunca tínhamos viajado com a Tiger Airways, esquecemos a comidinha e seguimos para o avião. Nunca chegámos a perceber o porquê de tanta antecipação, uma vez que saímos à hora prevista, mas tudo bem, o que interessa é que cerca de 3h35 mais tarde estávamos em Jakarta, empancados na emigration area. Grrr



Normalmente nunca temos problemas nos aeroportos, bem pelo contrário, a rotina normal é entregar o passaporte, ouvir “ohh Portugal…Cristiano Ronaldo, football, very good, handsome (??)” e receber de volta o passaporte acompanhado de um simpático sorriso, mas não foi o caso em Jakarta. A verdade é que não foi nada demais, apenas um pequeno delay por não termos impresso o bilhete de avião que comprovava a nossa saída do país dali a uns dias. Nós fizemos o que sempre fazemos, ou seja, mostrámos uma foto do bilhete com o respectivo código, mas o senhor foi muito claro quando nos disse que não lhe cabia a ele confirmar se o código existia ou não e que o dever dele era apenas carimbar uma folha…hmm OK, perguntámos aos seguranças à nossa volta se podíamos imprimir a tal folha, mas nada! Mais 5 minutos de simulação de baratas tontas à procura de uma solução e pronto, como já passava da 00h30, o cansaço acabou por nos conseguir o carimbo e nós lá seguimos para o nosso próximo poiso…o aeroporto!

Ainda não escrevemos um post sobre isto (algo que iremos fazer em breve), mas quando definimos a nossa rota ( a qual tem vindo a sofrer alguns desvios, como já antecipávamos) tivemos em conta, essencialmente, dois factores: o preço dos voos e o clima. Assim sendo, como queríamos apanhar bom tempo na Indonésia, para nos espraiarmos em Bali, e o início do outono no Japão ( já que a primavera estava fora de questão) tivemos de optar por conhecer mais de uns sítios e menos de outros ( é como tudo na vida, há sempre um custo de oportunidade em cada esquina, é isso e Seven Eleven’s na Ásia).
Tendo isto presente, sacrificámos um pouco a Indonésia quando decidimos passar apenas por Yogyakarta e Bali…se pudéssemos voltar atrás, julgo que teríamos feito de forma diferente…O país é lindíssimo, as pessoas são deliciosamente simpáticas (mesmo o senhor da emigração) e a comida é de chorar por mais e muito barata (como já esgotámos a quota de queixumes nos posts da Índia, agora só há espaço para coisas boas!). =)

Bem, posto isto, passem a vista pela mini odisseia:

Saímos de Bangkok no dia 28, às 20h35 e aterrámos em Jakarta no dia 29, às 00h05.

Saímos de Jakarta no dia 29, às 05h20 e aterrámos em Yogyakarta no dia 29, às 0625.

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Apanhámos um taxi para visitar o templo de Borobudur, no dia 29, às 07h15 onde chegámos às 09h.
Seguimos para a estação de comboios para apanhar o comboio das 15h para Surabaya, onde chegámos às 19h30. Dormimos em Surabaya.
Apanhámos o comboio das 08h, no dia 30 e chegámos a Banyuwangi às 16h.
Do comboio passámos para o ferry que nos levou para Gilimanuk, já na ilha de Bali (20 min).
Por último, às 17h apanhámos um autocarro (infestado de mosquitos e com um condutor de deitar as mãos à cabeça, OK no complaints) para Denpasar, onde chegámos às 22h…sim, do dia 30.
OK e já que estamos, no dia 31, às 12h, seguimos de speedboat para a ilha de Lembongan! =)

O cansaço começou a fazer-se sentir naqueles sofás ligados em jeito de cama, no aeroporto de Jakarta, mas sem dúvida que o pico deu-se depois da visita ao templo de Borobudur, quando saímos do táxi onde tão bem dormíamos e entrámos na estação de comboios, onde tivemos de esperar mais de 3 horas para seguir caminho. Ouch!

Antes de seguirmos para Bali fica aqui um pouco do maior monumento budista do mundo, o templo de Borobudur…

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Antes de nos deixarem entrar, tivemos que vestir a saia tradicional, aka sarong, boys and girls alike, much to Diogo’s displeasure. Mas ofereceram-nos uma chávena de café local. Não se pode dizer que não sabem cuidar dos turistas.

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Vale a pena ler um pouco sobre esta magnífica construção do século VIII, onde se podem vislumbrar os ensinamentos budistas que trilham o percurso para a iluminação, inscritos nos blocos que formam os patamares do templo.

Borobudur fica a cerca de 1h de carro do aeroporto de Yogyakarta e os nossos gastos para lá chegarmos totalizaram cerca de 25€ – 12.5€ no táxi (ida e volta) + 12.5€ nas entradas para o templo.
Mesmo muito cansados ficámos absolutamente maravilhados com o que vimos. O ideal teria sido chegar a tempo do nascer do Sol, mas esse vimos do avião! =)

Bem, como estamos a fazer os nossos melhores esforços para ganhar o prémio de melhor vagabundagem do ano e isso passa por escrever posts o menos aborrecidos possível, vamos apenas mencionar a fantástica viagem de comboio de Surabaya para Banyuwangi, que agradou a ambos, mas definitivamente maravilhou o Diogo. =)
Seguiram-se 7h de paisagens que imaginávamos ver este ano, quando ainda estávamos no sofá da sala, nas Antas. E essa correspondência de expectativas já valeu a escolha deste trajecto em vez de voarmos directamente de Jakarta para Bali.
O comboio era muito confortável e a comidinha servida a bordo deliciosa e barata. Spot on! Mas toda esta menção à viagem faz-se pela euforia do Diogo em abrir a porta do comboio em andamento e fotografar ( e filmar) tudo o que se lhe passava à frente. A adrenalina e o movimento ( do comboio) podem ter tremido algumas fotos, mas o momento foi deveras captado! Priceless! Vejam as fotos: =)

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Depois do comboio seguiu-se uma rápida viagem de ferry para Gilimanuk (ilha de Bali), onde apanharíamos um autocarro para Denpasar. No barco ainda nos rimos um pouco com um casal de australianos que regressavam a Bali, 12 anos depois da lua de mel, para ver como as coisas estavam… =) Para terminar o relato da chegada a Bali, fiquem-se com este mimo que foi a nossa viagem de 3h de autocarro…

A visibilidade é muito reduzida (tal como a do condutor do autocarro em 95% das suas ultrapassagens AhAh), mas só para clarificar o que se vê no vídeo é o nosso autocarro na faixa da direita (a errada portanto) a jogar “chicken” (quem não estiver familiarizado com o jogo pode ler o nosso post de Udaipur a Jodhpur) com os condutores da outra faixa. “That was the closest” consegue-se ouvir no vídeo, comentário do australiano que ia sentado à nossa frente a contar o número de vezes em que nos escapámos de colisão frontal!

Dia 31 de Agosto ( hoje já é dia 20 de Setembro…oops)
Decidimos visitar a ilha de Lembongan, a cerca de 19 km de Bali. Apanhámos o ferry da Scoot Cruises, que saiu de Sanur por volta das 13h30. O fast boat levava cerca de 16 pessoas, todas na parte de baixo do barco, ficando as bagagens dos passageiros alojadas na parte de cima. A viagem demorou cerca de 40 minutos e tirando uns saltinhos de vez em quando, fez-se bem. É uma viagem rápida e segura. Quem coloca e recolhe as bagagens no barco é o pessoal da Cruises, enquanto os passageiros aguardam na areia. No bilhete de ida e volta que comprámos, por cerca de 73€, estava incluído o drop off na guesthouse que reservámos, o que dá sempre jeito.

Feito o check in na Pondok Jangala guesthouse, pousámos as nossas coisas no quarto, almoçámos e fomos procurar a lavandaria a 1€/kg para deixarmos a saca do continente! =) Neste de ponto da viagem é seguro dizer que nem a roupa do corpo estava lavada. O_o
Já passava das 15h quando decidimos alugar uma scooter, o que nos deixava pouco mais de 3h de boa visibilidade, mas como a ilha é pequena (menos de 14 km de perímetro) nem hesitámos em partir à descoberta das praias mais famosas da ilha – Mushroom beach e Dream beach. Saltos e mais saltos, dadas as estradas não alcatroadas e cheias de buracos, lá encontrámos as famosas praias…

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Seguimos caminho para a guesthouse antes que anoitecesse e, pouco depois de jantarmos, falha a luz na ilha…Ok, sem luz pública e no meio da rua de uma ilha no meio do Índico…sente-se qualquer coisa, não há como negar! =)

Bem, no dia seguinte fizemos mais do mesmo…pegar na scooter e ir para a praia, regressar na hora do cancro e aproveitar a piscina da guesthouse que, diga-se de passagem, era deliciosa, comer qualquer coisa e ver filmes! Ain’t this life rough?! =)

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Algas a secarem ao sol. A maior parte dos habitantes da ilha vive desta actividade. Estas são as algas que depois nos vêm parar aos maki e temaki nos restaurantes japoneses!

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Os quadrados escuros no mar são as “plantações” de algas.
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Perfect combination of golden and blue. Amazonas suits the summer in Lembongan!

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Pensámos em fazer snorkeling, mas preferimos deixar essa aventura para a Malásia. No entanto, admitimos ter pena de não o ter feito, porque aquela ilha de água digna da capa da “Rotas e Destinos” tem spots muito interessantes para snorkeling e diving.

Como só tínhamos mais 3 dias na Indonésia, com MUITA PENA nossa, decidimos regressar a Bali no dia seguinte, novamente no fast boat da Scoot Cruises.
Saímos por volta das 12h30 e 40 minutos depois já estávamos a caminho de Seminyak, na carrinha do pessoal da Cruises que nos foi lá levar. Seminyak é, juntamente com Kuta, das zonas mais turísticas de Bali, algo que tentámos evitar mas foi lá que encontrámos o hotel com melhor qualidade-preço ( o Favehotel Seminyak).
Chegados ao hotel e feito o check-in, apercebemo-nos do primeiro furto da viagem ( esperemos que único…se bem que ainda temos América Central e do Sul pela frente..O_o )…o telemóvel da Sara tinha desaparecido. OK, isso acontece MUITAS vezes, mas depois de termos virado as malas do avesso, percebemos que desta vez era mesmo a sério e o único momento em que não lhe pusemos a vista em cima foi quando a bagagem dela foi para a parte de cima do barco…! Normalmente levámos tudo o que é de valor connosco, mas desta vez o telemóvel tinha seguido noutra mala e foi o que bastou…Ligámos de imediato para a Scoot Cruises a explicar a situação, tentando ser o mais polite possível, mas afirmando que o telemóvel estava na nossa posse mesmo antes das mochilas serem levadas pelo pessoal deles e sendo que saímos do barco directos para o hotel, no carro deles, não havia muita margem para enganos…Eles ficaram de nos ligar de volta a marcar uma reunião, mas nos dois dias seguintes não o fizeram…:( Posto isto e para conseguirmos que o seguro cubrisse a despesa do tlm, tivemos de passar na polícia para nos passarem uma espécie de “auto de furto”. Foi um episódio caricato também. Os polícias que lá estavam eram extremamente simpáticos e rapidamente nos deram os papéis para preenchermos, mas a verdade é que não saímos de lá sem deixar uma gorgeta…LOL, a qual foi imposta com a maior das naturalidades…”To give you the paper you need to give us money. 150.000 rupees”. E pronto, lá foram mais cerca de 10€, mas that’s how things worked around there! E bem sorte tivemos em não ser mais que 10€…

Podíamos ter feito mais com os 3 dias que passámos em Bali, como visitar a ilha de Lombok, Ubud e outros sítios absolutamente paradisíacos, mas preferimos relaxar pelas praias das redondezas e poupar algum dinheiro. Do tempo que lá passámos destacámos a praia de Nusa Dua, o pôr do sol em Jimbaran e a comidinha baratinha e deliciosa do restaurante Lucky.

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Trabalhadores contratados pelo resort em frente a esta parte da praia a retirarem o inúmeros calhaus do fundo do mar. Nós também ajudámos!
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Navio encalhado há 1 mês!
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Living the balinese dream. 4-hand massage at Nusa Dua by some white tanned lady.

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A onda da morte…ondinha boa para “pegar”, resultou na perfeição como podem ver aqui…
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Act 2: incoming! Maria não te preocupes, mas aqui quase parti o pescoço. A coluna sofreu mas, até ver, ainda dá para andar de mochila às costas!

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Sunset at Jimbaran Bay
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Bintang, Watermelon Juice and the world’s best peanuts. A great way to end the day.

Três dias depois, às 04h15 do dia 06 de Setembro, já estávamos no aeroporto de Denpasar à espera do nosso voo da Air Asia para Singapura.
A esta altura do campeonato ainda não sabíamos onde ficar por aquelas bandas, porque os alojamentos são estupidamente caros para quem tem um orçamento diário de 40€!! Ao chegarmos já vemos o que se arranja. As usual :-)

Bem meninos, depois deste post já regressámos ao mês de Setembro! Uff we gotta keep up with you guys!! :-)
Stay tuned, cus there’s gonna be more of this real soon, we promise!



Bangkok – Mr. Chow’s town

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Dia 23-08-2013 Saímos de Sukhothai às 17h, ingressando numa viagem de autocarro de cerca de 7 horas, o que nos permitiria chegar a “boas horas” a Banguecoque… =) O autocarro era bem confortável, pese embora repleto dos nossos já familiares mosquitos. Vinha equipado com filmes de Jackie Chan transmitidos num volume absolutamente incompatível com qualquer tentativa de cair nos braços de Morfeu e com uma simpática hospedeira que distribuiu alguns snacks para irmos petiscando. Vale a pena salientar o quão maravilhado o Diogo estava com um dos snacks. Tratava-se de uma pacote de bolachas de chocolate, mas atenção, as bolachas eram de água e sal e o recheio sabia a tudo menos chocolate!! A barriga já começava a impor a sua vontade como uma criança quando faz birra para obter o brinquedo mais shiny da loja, por isso o Diogo ia acedendo às exigências do estômago esfomeado e continuava a comer aquelas bolachas, pelos vistos intragáveis, enquanto se ria e comentava o quanto a Nelinha se ia passar com aquele suposto chocolate. Hilariante.~   Bem, adiante. Chegámos a Banguecoque pouco depois da hora prevista e poucos minutos depois de uma pequena negociação com o senhor taxista lá nos encaminhámos para Khaosan Road (a corrida ficou por 150 bath, quase 4€).

Reservámos apenas uma noite nesta parte da cidade, algo mais antiga e bem movimentada (remember “The Beach”?). Mal chegámos à rua, apercebemo-nos de onde estávamos…Banguecoque! O hotel era mesmo no meio da confusão de bares, tendas de roupa e street food e muita, muita gente (essencialmente turistas). Fizemos o check-in e rumámos ao quarto, aparentemente arranjadinho, mas pouco airoso e apesar de estarmos algo curiosos por explorar um pouco a rua, o cansaço era tal que rapidamente adormecemos. Dia 24-08-2013 Vale a pena mencionar a saga do pequeno almoço. Oh minha vida! Isto de andar todo o santo dia a dormir “fora de casa” em quartos de hóteis, guest houses, hostels, and so on é bem cansativo, como já imaginávamos, mas vá, faz parte! O pequeno almoço sem pão fresco, sem cereais, sem iogurte, quase sempre sem fruta (por estes lados a pirâmide alimentar deve ser outra) custa-nos um pouco, mas ainda assim, a verdade é que acho que já nos habituámos ao pão de forma torrado com pacotinhos de manteiga e compota demasiado gelatinosa, aos ovos mexidos e ao café do oriente, isto tudo, claro está, sempre acompanhado do cheirinho a arroz frito, noodles, caril e mais não sei bem o quê, que a verdade é que não temos muito estômago para olhar para todo o delicioso buffet de pequeno-almoço que tipicamente se serve por estas bandas. Ora, já habituados à variedade que podemos encontrar por estes lados na refeição mais importante do dia e pagando uma estadia com pequeno-almoço incluído, o mínimo que esperámos é poder comer esse mesmo pequeno-almoço, right? Pois, mas para quem fica hospedado no D&D com pequeno-almoço servido num restaurante do outro lado da rua, não é bem assim. Mal chegámos ao local percebemos que a voracidade das pessoas da rua na noite anterior se tinha transferido para aquele p-a!! Basicamente era tudo a tentar ficar com a última fatia de pão de forma disponível! O resto…nada, acho que já não havia mesmo nada e estava tudo impaciente de pé à espera que repusessem a comida, prestes a batalhar pelo próximo alimento que viesse para a mesa…que demais, a verdadeira selva! Bem, depois de uma guerra de olhares ameaçadores, lá sacamos duas fatias de pão de forma e regalamo-nos com o “pequeno almoço incluído” do D&D In.

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Castro, a virtual gift for you. Not you Fidel, the other Castro reading our blog!

DSC_0206 Reservámos a nossa segunda noite em Petchaburi Road, uma zona mais central e movimentada, juntamente com Sukhumvit, onde se encontram os inúmeros shoppings da cidade (são tão grandes, tão próximos e com food courts tão apelativos que arriscaríamos dizer que formam uma cidade dentro da cidade). Perto fica também a Siam square (onde está o Hard Rock) e a NANA plaza (onde se encontra o biggest adult playground)! =)

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Giant green beans! All part of the amazing street food!
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On the way to heaven…or at least to the best shop selling milk tea with pearls on Earth!
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O espécime mais mal cheiroso da Ásia…DURIAN!!
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A arte de fazer doces! Talvez a loja mais visitada do shopping. Go figure!
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We can’t get rid of our little friends!

DSC_0274 DSC_0292DSC_0304 DSC_0330 DSC_0331DSC_0353 DSC_0378 DSC_0385DSC_0415 Depois da selvajaria procurámos infiltrar-nos o mais possível no everyday life dos simpáticos tailandeses e, portanto, apanhámos um daqueles autocarros locais, brutalmente baratos (pagamos 0,25 € por 7km , no total) e surpreendentemente confortáveis para chegarmos ao nosso destino!! Com direito ao AC que todos os vidrinhos abertos do veículo nos conseguiram proporcionar e lá fomos nós! Excelente meio de transporte, recomendámos vivamente! DSC_0231 Passámos boa parte dos restantes três dias nos shoppings e nas pontes que ligam os shoppings. Fomos ao cinema duas vezes, visitámos o palácio real, o floating market e, como não podia deixar de ser, deliciamo-nos com a comidinha local que abunda nas ruas desta crazy town. Das idas ao cinema vale a pena dizer três coisas: bilhetes caros (6€/pessoa); prestar homenagem ao rei e rainha (de pé, e para os mais aficionados, com a mão direita ao peito), antes do início do filme; e o “The Purge”. Quando dizemos “caro”, queremos dizer “preços ocidentais”, aka “estímulo constante à pirataria”. Btw, o “World War Z” saiua semana passada em torrent ( pontuação 4.5/10, máximo!!). No que concerne à homenagem aos all mighty deste encantador país, coloquem-se no nosso lugar…tudo sentadinho à espera que a estridente e até engraçada publicidade asiática termine e eis que começam a passar imagens do rei e rainha a exercerem o seu altruísmo para com o povo tailandês, gravação acompanhada de uma banda sonora imponente, e de imediato põe-se tudo de pé a prestar homenagem…Ora o quê que o Dioguinho e a Sara fazem?…..pergunta para um milhão de euros… bota levatar de mão direita ao peito e mexer os lábios como os jogadores da selecção nacional quando toca o hino antes do jogo! Por fim, o “The Purge”. Talvez por estarmos demasiado embuídos na doçura do povo tailandês a sensação, quando saímos do cinema, era de murro no estômago!  Vale uns bons 5.4 no imdb! =) Dia 27-08-2013 No penúltimo dia visitámos o Grand Palace. Stunning! A entrada foi demasiado cara (cerca de 20€/pessoa), mas valeu o “check”.  Os templos e atmosfera deslumbram qualquer um, mesmo com a tosta que estava e a fome que tínhamos. =) Aqui seguem algumas pepitas d’Ouro: DSC_0559 Instantâneo 1 (12-09-2013 17-51)DSC_0568

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Sara obrigada a vestir saia apropriada antes de lhe ser permitida a entrada no Grand Palace.

DSC_0667 DSC_0696DSC_0697DSC_0707 DSC_0717 DSC_0718 DSC_0726 DSC_0739DSC_0749DSC_0757 DSC_0764 DSC_0765 Terminámos o dia com um valente murro no estômago (mais um!). Andávamos há dias a falar deste momento, planeámos o dia todo para que àquela hora pudéssemos estar num sports bar, com uma cerveja, um sumo de laranja e uns amendoins à frente, prontos a gesticular e berrar para um ecrã e fomos fiéis ao plano. Saímos do Grand Palace e seguimos para a Nana Plaza, desta feita por 0 euros (apanhámos um bus gratuito, até hoje não percebemos porquê) em busca do melhor poiso para os ditos berros. …às 18h já andávamos a passear na Nana Plaza, também conhecida por “The World’s Largest Playground”, repleto de estranjas ocidentais bem acompanhados…ou não…! Estávamos numa busca pelo melhor bar e às 19h já estávamos a degustar o belo do hambúrger e do Pad Thai, com um saco de 400 gramas de amendoins e bejeca à frente. Até que a 5 minutos do jogo começar, nada. Rugby feminino na TV. Perguntámos à rapariga que nos serviu. Não iam passar nenhum jogo de futebol naquela noite (em particular o Chelsea-Bayern) mas pensámos, se calhar ela nem sabe que há jogo. Saímos rapidamente. Entrámos num outro bar lá perto que anunciava o jogo…que descobrimos era às 20h espanholas…oops, major oops…and bummer, no game tonight. Plano B: entrámos num Seven Eleven e atacámos os chocolates. =) DSC_0588 DSC_0619 DSC_0623 DSC_0637 Dia 28-08-2013 No nosso último dia decidimos visitar o floating market da parte da manhã, já que o voo era só às 20h30. Marcámos um tour com o hotel por cerca de 30€. Ficaram de nos apanhar às 07h30 no hotel, mas já passava das 07h34 quando o pessoal da recepção liga a dizer que os senhores do tour estavam à nossa espera. Whaaa?? Mala desfeita, banho por tomar, check-out por fazer e ainda queríamos tomar o pequeno-almoço…OK, a coisa não foi muito bem planeada da nossa parte, de facto. Lá activámos o turbo que todos nós temos em situações deste género (todos os dias antes de ir trabalhar) e em 7 minutos estávamos na recepção, ao lado da hilariante senhora do tour. Uff! Bem, no final de contas não havia grande stress, porque o resto das pessoas que iam fazer o tour connosco também estavam atrasadas, por isso ainda deu para comer e esperar pelo resto do pessoal. Lá fomos nós finalmente no mini-bus para o Damnoen Saduak (a cerca de 100 km do centro da cidade)  e mais uma vez tivemos um daqueles condutores-maravilha a que já estamos habituados. Ficámos na última fila e de 2 em 2 minutos lá punhamos a mão na cabeça, não por receio ou susto, mas mesmo para impedir que esta batesse continua e repetidamente no tecto. Sobrevivemos à viagem e chegados à entrada do mercado (depois do mini-bus ainda apanhámos um barco para o centro do floating market), parecia que tínhamos entrado numa época  anterior à nossa, com imensos barcos a percorrerem lentamente os canais repletos de produtos e em muitos casos iguarias para venda. Quem quisesse o típico souvenir podia simplesmente parar o barco e a troca fazia-se em pleno canal. Da nossa parte contentamo-nos em provar as diferentes e deliciosas comidas à venda e observar as restantes trocas. Vale a pena a visita para ver uma realidade diferente. DSC_0786 DSC_0817  DSC_0797 DSC_0795 DSC_0811DSC_0839DSC_0838DSC_0830 DSC_0940 DSC_0929   DSC_0883 DSC_0851 DSC_0850     DSC_0823 DSC_0848DSC_0907DSC_0914 Findo o tour, crazy bus back e pouco depois mochilas às costas para a próxima epopeia: 2 dias seguidos de viagem sem dormida para uma quick tour à ilha de Java, Indonésia.